Urussanga - Presidente da ACIU participa de sessão na Câmara


Na noite da terça-feira 7/12, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Urussanga (ACIU)- Gialdino da Luz participou da sessão legislativa para falar sobre esta associação que atua há 48 anos.

Gialdino iniciou seu pronunciamento parabenizando a aluna que havia recebido uma Moção de Aplauso e afirmou que lembrava com carinho o tempo em que estudou na escola Barão do Rio Branco.

Fundada em 8 de outubro de 1973, a ACIU surgiu com o objetivo de unir e organizar os setores industriais, comerciais e profissionais liberais de Urussanga, tendo como seu primeiro presidente Hedi Damian e vice Bruno Renato Mariot.

Neste 48 anos de atividade, muitas pessoas apoiaram a ACIU e 13 urussanguenses assumiram a responsabilidade de estar na presidência durante estas quase cinco décadas.

Ao falar sobre o momento atual, Gialdino afirmou que a associação conta com serviços que visam apoiar o desenvolvimento sócio-econômico da região, através de parcerias e do associativismo.

A ACIU conta hoje com várias soluções que facilitam o desenvolvimento e trazem benefícios aos associados, como descontos em planos de saúde, estabelecimentos de ensino, rede hoteleira, assessoria jurídica e na segurança do trabalho e também os cartões de crédito, prêmio e de alimentação. São 93 empresas associadas que geram mais de 7 mil empregos no município e região.

Segundo Gialdino, Urussanga tem o 5º melhor PIB da região da AMREC, a qual é formada por 12 municípios.

Ao informar que representantes da ACIU já se reuniram por duas vezes neste ano para levar reivindicações ao governo municipal, Gialdino elencou as prioridades vistas pelos associados para alavancar o empreendedorismo na cidade. Entre elas estão: a readequação das taxas de licenciamento (consideradas altas em relação a outros municípios), ampliação da área industrial e melhorias na questão de trafegabilidade da rodovia Genésio Mazon.

Entre as dificuldades encontradas pelos associados estão a falta de mão de obra qualificada, alocação de pessoal na região, taxas altas e falta de agilidade na liberação de licenças.