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SERGIO MAESTRELLI

PÍLULAS


  • Dizem, mas eu não confirmo, que o atual presidente do Amici Della Polenta- Antonio Carlos Reis Couto está planejando uma das viagens mais longas para o grupo. Uma apresentação em sua terra natal, Nova Lima, no Estado de Minas Gerais com um custo reduzido. O grupo entra com o sal, água, farinha e mão de obra, e os mineiros de Nova Lima disponibilizarão o queijo que por lá nunca faltou. Minas é a terra do leite e do queijo por excelência.

  • Da polenta para o vinho. Na última reunião da Associação ProGoethe, na centenária Estação de Trem da Dona Thereza Christina, finalmente, depois de 10 anos de fumaça preta, saiu a fumaça branca pelo chaminé. Solicitado, ainda, em 2011, no lançamento do livro “Do Parreiral à Taça”, marcando a conquista da IG do Vinho Goethe, o pedido para a implantação de um mini parreiral da uva Goethe no Parque Ado Casssetari Vieira. Depois da promessa passar pelos dez últimos secretários de turismo, tudo indica que, finalmente, essa ideia se materializará. O mini parreiral de uva Goethe, planejado no estilo tradicional com palanques de granito, começará a ser montado pela Epagri, Prefeitura e Associação ProGoethe ainda neste mês. O primeiro passo foi dado por esta associação. O seu presidente, Gilmar Trevisol, doará os palanques de granito; a prefeitura ofertará os demais materiais; e caberá ao extensionista da Epagri, Henrique Viana e Silva, as orientações e o devido acompanhamento.

  • Surge um novo herói mundial: Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, exibe patriotismo, coragem e hombridade no enfrentamento ao ataque russo, ao dizer que “os russos verão os nossos rostos e não nossas costas. Que guerra insana, quantas toneladas de ignorância. A estupidez humana não tem mesmo limites. Anteriormente, reportou-se ao Ocidente, dizendo que “Não precisamos de solidariedade, precisamos de munição. A vida vencerá a morte, e a luz vencerá as trevas.” O presidente ucraniano conclamou todos os ucranianos e ucranianas para a luta na defesa na Pátria. Deverá perder a guerra em seu território, mas já entra para a história como um vencedor.

  • A imprensa sempre escolhe o Homem do Ano, a Mulher do Ano, a Personalidade do Ano. Difícil mesmo é escolher o “Idiota do Ano”. Trata-se de um concurso dificílimo de conquistar, devido ao grande número de concorrentes e ao grande número de tolices, bizarrices, idiotices e babaquices que nos levam ao infinito. A estupidez humana não tem limites e viaja mais rápido que a velocidade da luz, atingindo a incrível marca de 300 km por segundo.

  • Vereador Nel, anunciou verbas, via deputados Guidi e Garcia, que serão aplicadas em vários trechos de asfalto, como em Rio Molha (Nossa Senhora das Graças), Palmeira Alta (São Martinho), Armazém (Sagrado Coração de Jesus), Linha Pacheco (Nossa Senhora de Fátima), Palmeira do Meio (Santo Antônio), Linha Rio Maior (Madonna Dei Campi), Rio dos Americanos (Madonna Del Caravaggio e Santa Terezinha) . Já em Rio Carvão (Madonna Della Salute), por enquanto, temos só lombadas de terra

  • Com relação ao asfalto do Rio Carvão, registra-se os esforços do prefeito Nandi. E registra-se, também, que o Estado só está devolvendo a bolinha no melhor estilo pingue-pongue, maneira velada para protelar. Está na hora do vereador Nel passar um “zap” para o deputado Júlio Garcia, e a bancada do PP, Bonetinho, Thiago Mutini, Zé Bis e a suplente Izolete passarem um “zap” para o deputado Zé Milton, líder do Governo Moisés. E também está na hora da ACRIC tirar novamente o facão da bainha e partir para a luta.

  • O prefeito Clésio Salvaro tirou a tampa de sua caneta Bic e resolveu notificar quase 1500 proprietários de residências e lotes com calçadas em estado deplorável. Deu um prazo de 60 dias para a devida regularização, ou que apresentem justificativa plausível. Depois desse prazo, como prevê a legislação, bloco de multas será aplicado. Urussanga também está precisando de medida semelhante. É preciso que haja respeito ao pedestre.

  • E nos meios políticos, já está em vigor a janela partidária para os políticos pularem para outro “poleiro”, se houver interesse pessoal e/ou do grupo que o apoia no poder. Político tem de tudo: Janela partidária, porta partidária, elevador privativo, saída de emergência, rampa de acesso e, principalmente, a rampa de acesso do Planalto, para cuidar de seus interesses, nem sempre republicanos e do povo. Como diria Jô Soares nos Anos 80 – “O povo, tadinho do povo”.

  • Se você não é matemático, tente resolver a equação: X elevado a potência do próprio X, elevada na 3ª potência é igual a 3. Qual é o valor de “X”. Decifra essa, professor Braz Domingos Rodrigues, decifra essa, Bento Mondardo.

  • O grupo de Rio Carvão que efetua caminhada pela Serrinha continua atuante. Há meses, caminham e recolhem em sacolas o lixo depositado ao longo da rodovia U-7 - Serrinha. Tudo está sendo devidamente acondicionado e armazenado num grande paiol. Quando ele estiver pieno (cheio), a imprensa será chamada para conhecer a montanha russa dos entulhos. Meio ambiente não é uma questão meramente educacional. É uma questão policial. Educacional para crianças, policial para adultos. O ser humano é “tinhoso”.


ATTENTI RAGAZZI

Uma coisa é dizer: Não estou aí. Outra coisa é dizer: Não estou “nem” aí. O “nem” faz uma grande diferença. Muda absolutamente tudo.



Amanhã, 19 de março, dia de São José, padroeiro do Paraíso da Criança, haverá missa na capela a ser celebrada pelo Padre Jiovani Manique Barreto. Há muitos “José”, “Giuseppe”, “Bépi” na história da imigração. Quem não tem um José na família ou como parente próximo? Aqui, Bépi Scarabelot Maestrelli, nascido em 19 de março de 1927, sentado na janela da cozinha de sua propriedade em Rio Carvão, no ano de 2006.












São João do Rio Maior se despediu, no último dia 8, da nonna Lúcia Fabro Pilon., 94 anos. A nonna Lúcia e o nonno João Pilon, falecido em 2011, juntamente com o pequeno Antoni, foram os protagonistas do cartaz da VII Ritorno Alle Origini em 2001. Hoje, Antoni está com 27 anos, é mecânico e é proprietário de uma oficina especializada em direção hidráulica na localidade, prestando assistência mecânica em geral. Casado com Giullia Tizziani Guollo, tem uma filha, a Lorena Guollo Pilon. Em 2001, ele, ao se apoiar no passado, esteve nos ombros do nonno João com os olhos no futuro. Uma comissão de artistas plásticos, em 2007, elegeu a imagem como a mais emblemática e carregada de essência, simbolizando nosso evento cultural. Suele Tibes foi o autor do click mágico. O Jornal Panorama, sempre registrando a história e a cultural de nossa gente, publicou uma edição especial para o momento em que se vivia e para a prosperidade. .


BORTOLOTTO


Nevton Vicente Reck Bortolotto fechou o seu ciclo no serviço público. Admitido durante a administração Ado Cassetari Vieira, fixou raízes profundas em Urussanga. Deixa um rastro de realizações na cultura, no turismo, na arquitetura, na história. Personagem central de temas cruciais para Urussanga: Festa do Vinho, Ritorno Alle Origini, Gemellaggio, Vindima Goethe, 50 anos da Rádio Marconi, Projeto do UFC, Apae, Escola de Língua Italiana Padre Luigi Marzano, Associação ProGoethe, gincanas culturais Giovenessa di Baco, Coral infantil italiano, missas em língua italiana, A voz do cerimonial nos desfiles alegóricos, culturais e cívicos, dupla cidadania, viagens à Itália, como guia de centenas de urussanguenses. Na gramática e no sotaque, protagonizou programas culturais italianos pela Marconi, Tombamento da Praça Anita, Amicci Della Polenta, Associações culturais, idealizador do Portal da cidade de tirar o fôlego de qualquer urussanguense e de qualquer visitante. Dr. Ado Cassetari Vieria e Dona Ana Maria Mariot Vieira não acertaram na mosca ao contratá-lo. Acertaram no mosquito. Vai ser estranho para mim não encontrá-lo mais na Prefeitura ou no Parque Municipal. Em 2001, em Longarone, na cerimônia dos 10 anos do Gemellaggio, Bortolotto falou em nome da comitiva italiana e na sequência ouvi ao meu lado um professor com mais de 80 anos afirmando que o Bortolotto era o único estrangeiro que falava italiano como um italiano nato. Bortolotto é um poço não de água potável ou de vinho, mas um poço da história e da cultura italiana. Um poço de ideias que não seca nunca. Para quem não sabe bordô é a abreviatura carinhosa de “Bordoloto”. É preciso também falar de quem sempre o incentivou, a professora Soraia, sua esposa, as filhas Marina e Natalia. É preciso falar também que Bortolotto não se casou somente com a Soraia. Ele se casou também com a Benedetta. Viva Urussanga, Viva Nova Veneza. Bortolotto se aposentou pela Previdência, a nonna Pierina pelo Funrural e a nonna Angelina já está no reduto dos italianos no céu. Ele optou pela 3ª via, digo, pela 3ª idade. Que a ciência logo invente a 4ª, 5ª, 6ª idade, pois há ainda muito que fazer. Nada de “se fini”. Você vai ver, Bortolotto, que aposentado vive com agenda cheia. E que assim seja. Na imagem em 2001, nos fundos da Cantina Del Quinto Peccato de Ernesto Costella, no programa La Voce Della Bendetta, no papel da nonna Pierina.

No outro canto, estava Nicola Gava, no papel da nonna Angelina.


AMICI DELLA POLENTA, ANNO DIECI


Polenta e vinho são os dois elementos fortíssimos que caracterizam a mesa do imigrante italiano. São os dois símbolos gastronômicos mais expressivos de toda a imigração italiana no Brasil. E Urussanga tem os dois em alto estilo. O vinho, a 1ª Indicação Geográfica de SC, por intermédio da Associação ProGoethe, levou a marca Urussanga, desde o século passado, para as mais diversas regiões do país. E a polenta, símbolo maior de nossa mesa, levou a marca Urussanga também para inúmeras regiões do Estado e do Brasil, por meio da Associação “Amici Della Polenta”. Foi ela, a polenta, que sustentou o imigrante em sua luta diária pela sobrevivência. Foi a polenta que o manteve firme e forte para enfrentar os desafios do presente e do futuro. Na grafia tupi, o “uruçanguense da gema e da clara” tem por tradição receber visitas ilustres na sala, mas amigos na cozinha numa mesa com polenta, vinho, queijo, salame, fortaia, radiche... Para os momentos de lavoro, a polenta; para os momentos de descanso, lazer e alegria, o vinho. A Associação ProGoethe correu atrás da Denominação de Origem, e o Amici Della Polenta, há dez anos, vem mexendo a polenta no enorme caldeirão para que a nossa cultura não morra de inanição. Ao grupo dos “amarelos” “corrági e vôia sempre”.

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