SERGIO MAESTRELLI

PÍLULAS

  • No período de Carnaval, enquanto todos pintavam “o sete”, o genro do Hélio e da Marta Costa, o filho da Dona Arlete e do Clóvis, o diretor de trânsito Rafael Sales, que não tem nenhum parentesco com o Salles de Brasília, aproveitou a cidade deserta para pintar as faixas pelas ruas da cidade.

  • Na semana de carnaval, indagaram-nos o porquê do nome “Eletrogêneo”, nome da empresa urussanguense que comemora 21 anos. Eletrogêneo é aquilo que produz eletricidade. Se não for, com a palavra, o proprietário. E por que o nome Trilithos, da empresa Trilithos Engenharia e Construções, fundada em 1989, empresa de construção civil do amigo e vizinho engenheiro civil Miro Bendo? Lithos é uma palavra grega que significa pedra. É a camada mais externa da terra, aquela que origina os solos, base das florestas, dos rios e dos oceanos. Se não for isso, com a palavra o Miro. Como diria o italiano: Tá contente agora?

  • Olha o pirulito e o camarão no palito. É o verso cantando pela Laurinha do Camarão, ressoando nas areias do Atlântico Sul.

  • O ex-vereador de inúmeras legislaturas, Omero De Bona, sempre afirmava da tribuna que a Câmara é um local de debates, a caixa de ressonância dos problemas e assuntos da comunidade. É preciso estender um pouco mais a sua frase e incluir, também, como caixa de ressonância, o rádio e o jornal. Em nossa caixa de ressonância, surgiram algumas demandas. Uma delas é que a Prefeitura Municipal deveria dar uma repaginada no cemitério municipal. Mas não no espaço interno, e sim no espaço externo que o rodeia. A parte externa dos muros do cemitério que acompanham a estrada que nos conduz ao Rio dos Americanos, leia-se Rio América Baixo, está com um péssimo visual, assim como as margens da rodovia. Uma roçadeira com amor, um pedreiro com carinho e um projeto de arborização com flores por parte da FAMU ou órgão similar faria muito bem, tanto para os vivos, quanto para os mortos. Então, vamos aguardar. Conhecemos a morosidade com que o Poder Público se desloca, por isso não precisa ser já, também não precisamos esperar até o período de Finados.

  • Neste carnaval, ainda entre Covid-19, a música: “eu sou o passarinho e você é a minha gaiola”.

  • O elo do ser humano com os cães não tem fronteira. É algo universal. Assim deve pensar os integrantes, colaboradores e voluntários do COMBEA. E que assim continue.

  • Bombeiros, policiais militares e policiais civis são classes profissionais que, na maioria das vezes, são incompreendidas pela população, quando não são xingadas ou ridicularizadas. A comunidade deveria tri-valorizar essas três classes, cujos integrantes, diariamente, vivem colocando suas vidas em risco, visando salvar e proteger a sociedade. Elas deveriam ser reconhecidas muito mais pelos cidadãos e, também, pelo Governo no quesito “Folha de Pagamento”. Faça uma reflexão, mude sua ideia e, principalmente, seu comportamento!

  • Marco Búrigo, o mais novo integrante da Equipe Marconi, o mais novo integrante da área dos esportes, aquela em que, segundo consta, a Marconi voa alto. Marco Búrigo é filho de Clésio Búrigo, um ícone do passado glorioso da Rádio Eldorado, um ícone do rádio catarinense. Que ele faça muitos gols. Que ele passe o giz no taco, utilizando uma expressão sua dita na transmissão do Criciúma x Nova Iguaçu.

  • Como diria aquela música: “é problema atrás de problema, me dá até pena”.

  • “Em 35 anos de atuação sempre foi preciso correr atrás da tecnologia para melhor atender os nossos clientes. A tecnologia voa e é preciso voar atrás dela diariamente”. Darcionei Baesso, proprietário da Auto Elétrica Baesso ao receber na Câmara, moção de congratulação. Aos amigos Lella e Baesso, desejamos mais 35 anos pela frente.

  • Rosa Miotello no Café da Anita, no Dia Internacional da Mulher incorporou o espírito da própria Ana de Jesus Ribeiro Garibaldi ao reunir cerca de 700 mulheres ao redor da nossa praça.

  • O casamento e o diálogo. No primeiro ano, ela ainda apaixonada, só ouve. O marido só fala. No segundo ano, a situação se inverte, ela só fala, ele só escuta. No terceiro ano, cai a realidade. Os dois falam e os vizinhos escutam. Foi o que disse Rozinei Sebastião.


ATTENTI RAGAZZI

Se você chegou aos 60, 63, 65 e começar a pensar sobre o que você fez da sua vida, ou o que de diferente poderia ter feito e não fez, não se preocupe e nem se atormente. Todas as pessoas nessa idade, sem exceção, fazem a mesma pergunta. Portanto, relaxe!




Na 4ª feira de cinzas, numa simbologia que reconhece a fragilidade e a mortalidade, em missa celebrada no Rio Carvão, o Padre Daniel Pagani deixou a seguinte mensagem: “Corvertei-vos e crede no Evangelho”. A comunidade presente ouviu os belos cantos de Natal José e de sua filha Natálya Frasseto José. Como afirmou Juceli Ghizoni Antunes, da equipe de liturgia: “Natal e Natálya com cantos que encantam a todos”. Parabéns ao pai e à filha. A comunidade pediu e o Panorama atendeu.




Jaime Bortolin, 88 anos. “Seis de março de 1934 e batizado pelo Padre Gilli”, disse ele de modo bastante enfático e no mais puro estilo italiano. Foi na Secretaria de Obras cobrar do Secretário Jucemar Sangaletti, obras de infraestrutura para a localidade de São Pedro, a sua comunidade, iniciando a conversa com um “Ah! te encontrei”.




06 de março. Se viva estivesse, a amiga Ida estaria completando 100 anos. A eterna secretária e uma das colunas do Paraíso da Criança, mãe de muitas crianças órfãs, nasceu em 06 der março de 1922 e faleceu em 25 de fevereiro de 2016 com 94 anos. E lá se vão 6 anos. O tempo passa e nos assusta. Pela sua trajetória de uma vida a serviço dos órfãos, ela seguramente saiu do nosso Paraíso da Criança e foi para o Paraíso celeste. Depois de décadas, ela se reencontrou com as Irmãs Beneditinas da Divina Providência, num domingo “depois da missa”. Eu estava por lá e registrei o reencontro. Com esta imagem eu posso dizer que, como fotógrafo, num milésimo de segundo, consegui registrar a própria emoção em pessoa. O título desta imagem - Quando o passado e o presente se reencontraram na intensidade da saudade, a emoção foi fotografada.




“Tudo Passa” E tudo passa mesmo. Esta expressão serve para todos em momentos de euforia e de grandeza ou em momentos de depressão e à beira do abismo. Concordo com os dizeres do veículo estacionado na praça, cujo proprietário desconheço.


A FOLHINHA DO SCJ

Nos lares católicos, além do quadro do Sagrado Coração de Jesus e Maria e da Santa Ceia, está afixada na parede a folhinha do Sagrado Coração de Jesus. Ela foi publicada pela Editora Vozes em 1939 e está presente em mais de um milhão de lares católicos. É a mais antiga publicação desta editora. A tiragem inicial foi de 21 mil exemplares. Foi considerada o best seller das paróquias. A cada dia, destaca-se uma pagela com informações úteis e das mais variadas, envolvendo comentários bíblicos, solenidades religiosas, vida dos santos, orações, cuidados com a saúde, dicas de agricultura, pesca, fases da lua, receitas culinárias, passatempos, curiosidades, poesias, etc. A cada dia, uma grande diversidade cultural.


HORA DE VOLTAR A AGITAR BANDEIRAS

A ACRIC – Associação Comunitária do Rio Carvão não comemorou, mas registrou, no último dia 12 de dezembro, 25 anos de atuação em prol da comunidade. Entre as bandeiras defendidas pela associação, a Batalha do Meio Ambiente e a Guerra do Asfalto são as principais. O carnaval também passou, entramos na quaresma e ambas as bandeiras desenroladas pelos presidentes Nirlei Sandrini, Aloízio Citttadin, Vilson Bonetti, Cleyton José Pereira, Sidney Casagrande e, agora, pela Graça Ceron Mutini precisam continuar desfraldadas e tremulando, já que seus objetivos ainda não foram alcançados. O meio ambiente está no ponto zero. Nas áreas degradadas, nem sinal de recuperação. O verde e as águas puras continuam como miragem lá no horizonte. O asfalto está no “ponto morto”. Por enquanto, apenas “olhar e molhar”. Não há luz no fim do túnel. Ao que tudo parece, não há túnel. Das autoridades, temos muitos flashes, discursos, levantamentos, audiências públicas, reuniões comunitárias e uma novela burocrática que não acaba mais. Felizmente, nenhum boi morreu em churrascada nesta história. O mês de fevereiro era a nova data, e nada. Até entendemos, já que fevereiro é um mês muito curto. O Prefeito Jair Nandi marcou com pressão o Governo Moisés, o qual, até agora, não separou as águas do Mar Vermelho. O mantra “adequações ao projeto” é o modus operandi para ir enrolando, protelando.


A TULIPA

Muitos países têm plantas entre seus símbolos nacionais. Na Irlanda, é o trevo-de-três-folhas; no México, a dália; a flor-de-Lótus é a flor nacional da Índia; no Brasil, temos o pau-brasil e o Ipê Amarelo; Santa Catarina tem a imbuia e a orquídea. O país que tem a maior associação com uma planta é a Holanda. Holanda e tulipa se confundem. Apesar de sempre se associar a tulipa à Holanda, ela não é originária dos Países Baixos, mas do Norte da África, Grécia, Turquia e Pérsia. A tulipa tem formado semelhante aos turbantes e seu nome é uma corruptela da palavra persa toliban, ou seja, turbante. As primeiras tulipas chegaram à Holanda por volta de 1550, virou uma verdadeira febre e nenhuma mulher holandesa deixava de usar um buquê de tulipas. A flor virou paixão dos holandeses. A tulipa brilhou na política, na economia e na cultura. Em seu auge, por volta de 1630, um bulbo dessa flor comprava uma das melhores casas na capital Amsterdã. Elas eram negociadas na Bolsa, e o delírio levou à quebra da mesma. A flor virou livro. Alexandre Dumas escreveu “A Tulipa Negra”, romance de 1672, publicado em 1850. O livro retrata o romance do botânico e sua paixão pelas tulipas e pela sua musa, cujo nome também atendia pelo nome de uma flor: Rosa.