SERGIO MAESTRELLI


No último dia 20 de novembro, dia da consciência negra, ele, o irreverente e querido Padre Carlos Weck, completou 88 anos. Ele resolveu comemorar e saiu de Morro da Fumaça, Terra do Tijolo, terra da Cerâmica Vermelha e foi a Içara, a cidade do mel. Comemorou o seu aniversário ajudando o Grupo Amici Della Polenta a fazer polenta ao lado de seu sobrinho Luiz Roberto Vechi e, evidentemente, como sempre, ao lado de Cristo, desta vez, não Cristo de Jerusalém, mas, sim, o “Cristo” do Rio Perso.



Preservando o símbolo de “A Voz dos Vinhedos” do nosso eterno Padre Agenor. Ezequiel Zapelini Estevão, o Zico, o homem da área comercial da Rádio Marconi, passou o seu cargo para Bruna De Brida. Ele suspendeu o cafezinho e está cuidando do mini-parreiral com palanques de granito em frente à emissora. Está vigilante e de bombinha na mão, ataca formigas, insetos, pragas e doenças, seguindo as recomendações dos homens do Agronegócio, Rozinei &Rozemar.


PÍLULAS


á registrei que amamos o Rio Caeté como se lá tivesse nascido. Na semana passada, passei por lá e a vontade de parar foi grande na casa da Dona Dulce Brognoli Copetti, mãe do meu amigo Gerson e mulher do Seu Hildo Copetti. O jardim das rosas da Dona Dulce é um verdadeiro cartão postal. Faz os olhos brilharem! Acredito que seja uma pequena amostra do Paraíso. E esta cena se repete na primavera há vários anos. Um verdadeiro colírio para os olhos. Parabéns, Dona Dulce! Simplesmente uma cena incrível. Outro espaço impecável do Rio Caeté é a residência e o museu cuidado com todo carinho pelo Seu Toninho Brogonoli e pela Dona Olindina Píccolo, pais do Sandro e avós do Bruno Brogonoli.

O Governo Moisés parece que está querendo dançar a tarantela napolitana com Urussanga no quesito “Asfalto Rodovia dos Mineiros”. Na dança das datas, pediu 30 dias, pediu mais 30 e, agora, mais 10 dias. Já vamos para a terceira ou quarta prorrogação e nada do VAR se pronunciar, no caso, os deputados fiadores Júlio Garcia e José Milton Schaeffer. Acho que o trenó do Papai Noel vai passar por Rio Carvão e “niente” do manto preto. Janeiro é trovoada, é “tempesta”; Fevereiro é carnaval; Março se retorna com a Quaresma e aí vem o famoso período eleitoral, muito admirado pelos políticos com a tábua de salvação da cantinela tradicional: “Infelizmente, o período eleitoral impede a liberação de verbas e obras”. E viva a Santa Protelação! Vamos fazer uma grutinha no Rio Carvão para ela se necessário for. Acho que, infelizmente, mais uma onda da Covid-19 chega antes do que o cheiro do asfalto.

Leitor nos indagando: Maestrelli, ultimamente, na Câmara, só dá “emenda aditiva”, “emenda retificadora”, “projeto de emenda à Lei Orgânica”... Então os antigos edis falharam ao aprovar a legislação vigente? Não, meu amigo. Os tempos mudam, as necessidades mudam, os interesses mudam e as vontades também. Tudo e todos estão cada fez mais no módulo “passageiro”.

Feliz era o passado em que apenas o caqui travava. Agora, trava o caqui, trava o computador, trava o processo, trava o recurso. Tudo precisa ser destravado. Agora, o verbo mais conjugado no legislativo urussanguense é o verbo “destravar”.

E o Diretor de Trânsito Rafael Sales, no quesito “lombadas” pela cidade, vai se equilibrando entre lombadas e lambadas. Chega de lombadas! Se juntássemos todas, metade do asfalto do Rio Carvão estaria concluída. Por todos os lugares é “um acelera e freia, acelera e freia”.

O remédio mais caro do mundo, o Zolgensma, com uma única dose reverte a atrofia muscular espinhal (AME), doença que afeta um a cada 10 mil bebês. A aplicação custa cerca de 12 milhões. Como entender o mecanismo técnico ou econômico que determina o valor deste medicamento que salva vidas do laboratório Novartis? Salvar vidas a este custo só bilionários podem pagar! Ou, então, se a democracia é o “governo do povo pelo povo e para o povo”, o Governo deveria assumir o custo deste medicamento sem mais delongas jurídicas. Uma solução seria retirar esse valor do cofre da corrupção.

Desde o dia 01 de Dezembro, ou melhor, desde a noite de 01 de dezembro, a Serrinha de Santana UR-7 está com seus 2,7 km de retas e curvas iluminadas por 63 postes, numa ação conjunta entre Coopercocal e Prefeitura de Urussanga. E não são luzes de Natal, nem luzes de vagalumes dando seu show nas noites escuras de verão. É a luz da Coopercocal. Belha e Nandi marcaram três pontos e ficaram mais distantes da “zona do rebaixamento,o famoso Z-4”.

“Paz não significa sombra e água fresca”. Pe. Carminati, o bergamasco.

Nilson Maestrelli completou 70 anos e 52 anos de Supermercados Záffari em Porto Alegre. Antes dele, a Adulce lá encontrou o seu Marcelo Mastroiani e viveu um grande amor. Adulce, Nilson e Derdi ajudaram a construir a história da Rede Zaffari de Supermercados.

O Diretor de Trânsito e da Defesa Civil, Rafael Sales, afirmou-nos não ser um homem de bloqueio e que, por atuar nessa área, comporta-se como um homem de desbloqueio. Ao contrário do que se comenta, ele não bloqueia ninguém no celular. O Sales de lá, de Brasília, talvez bloqueasse, mas o nosso aqui de Urussanga, não.

“Nada substitui o trabalho”. Frase do Prefeito Jair Nandi atribuída a seu pai, Quintino Nandi.

Câmara de Vereadores na última sessão quis imitar o Congresso Nacional nas 6ªs feiras em Brasília: quase todos sumiram. Uns justificaram viagens; outros, de acordo com o presidente da Casa, não justificaram. Restaram, apenas, quatro mosqueteiros e, por falta de quórum, sem condições de análises das matérias em pauta, a reunião foi encerrada.

A pequena Isis Moro Costa, a filha do Luciano e da Simone, recebeu moção de aplauso pela conquista no concurso Prêmio Honestidade na Escola, concorrendo com milhares de colegas. A pequena Isis é neta da guerreira Kamola e, neta de guerreira, guerreira é ou guerreira será.



ATTENTI RAGAZZI

“O que precisa ser feito, merece ser bem feito”. Essa máxima serve para a iniciativa privada e, principalmente, para a administração pública. No campo pessoal, falhar em se preparar é se preparar para falhar. Foi o que disse um amigo que, por não se preparar, falhou.