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  • Foto do escritorJORNAL PANORAMA SC

SERGIO MAESTRELLI


Na Tornearia Lavina, empresa fundada em 1992, o casal Renato Lavina e Joana De Zan. Conheci o Renato e seus irmãos Rodi e Richard quando adolescentes no município de Timbó em 1981, onde lá residiam com sua mãe, a Dona Lídia e a avó Maria Madalena Rozanski.

Em 1986, ele retornou a Urussanga, iniciando suas atividades profissionais na Minaplast. Perseguindo o seu futuro com muito trabalho, montou a sua própria empresa que já ultrapassou 30 anos de bons serviços prestados. Um abraço, amigos.


RIO CARVÃO

Neste sábado e domingo, Rio Carvão registrará os 141 anos da devoção à Madonna Della Salute, sua padroeira, a mais antiga manifestação religiosa do interior urussanguense. Em 2010, Adão Bettiol tocou os sinos que anunciaram os 130 anos de devoção à Nossa Senhora da Saúde naquela localidade. O Jornal Panorama, por intermédio dos amigos Sérgio e Márcia Costa, trouxeram de presente para a comunidade um quadro adquirido na Basílica de Santa Maria Della Salute, em Veneza, Itália. A comemoração dos 140 anos em 2020 foi abortada pela Covid-19. Talvez seja comemorada em 2022 com todo o carinho que a data merece.


CERCADO DE DÚVIDAS?

Você já se deu conta do tempo que perdemos com as nossas dúvidas? Dúvidas do que eu vou vestir, se vou sair ou não, se compro ou não, se viajo ou não, será que vai chover ou não, será que vendo ou não? Se vamos casar ou não, comprar um carro ou não, comprar um terreno ou não? Você fica muito tempo na dúvida e perde um tempo precioso. Veja a vantagens de tomar logo uma decisão: Tá na dúvida? Troque o pensamento pela ação! Pensar é sensato, mas pensar demais é perda de tempo. Decida! Se você decidir errado, aproveite a lição. É um aprendizado. São lições retiradadas do “Do Canal do Ivanor Ferrari”, da Rádio Cultura de Timbó. Ivanor Ferrari foi meu colega nos anos 80-90, quando apresentávamos o programa “Espaço Rural” da Acaresc/Epagri aos agricultores da região. E lá se vão 40 anos de fundação da Rádio, cujo evento foi comemorado neste dia 15 de novembro.


CANTINHO DA BIBLIOTECA

Uma iniciativa eficiente e eficaz do Governo Jhonny/Cuica na área cultural foi a decisão de transferir a Biblioteca Municipal do Parque Ado Cassetari Vieira para a Praça Anita Garibaldi. Essa atitude aproximou os livros do leitor e aproximou o leitor dos livros. Li o livro “Monte Cassino” do Projeto “Leia e Passe Adiante” da bibliotecária Alice. Monte Cassino, durante a Campanha da Itália, era um entrave alemão no avanço das forças aliadas sobre Roma na II Guerra Mundial. Se somarmos as baixas de ambos os lados, a luta pela conquista desse monte estratégico custou a vida de 50.000 soldados. O cenário das batalhas se desenrola nas terras de São Bento, padroeiro da Europa católica e lá neste monte estava encravada a Abadia. Cuidados extremos com a biblioteca e seus tesouros literários eram dispensados pelos monges. Quem quisesse tocar ou consultar um livro deveria, antes, lavar as mãos. Severas punições eram previstas para quem retirasse qualquer volume de modo indevido. O Papa Sisto V chegou a ameaçar de excomunhão a pessoa, qualquer que fosse a sua posição, que tivesse retirados livros sem a devida permissão. A biblioteca comportava um inestimável tesouro de documentos da história e da cultura ocidental, envolvendo cerca de 100.000 impressos e uns 10 mil pergaminhos. Olhe a advertência para os desrespeitadores das regras: “Quem quer, que sob qualquer pretexto, retirar um livro deste santo lugar, ficará eternamente entre aqueles aquém o Cristo, no dia do Juízo Final, dirá: “afastai-vos de mim, condenados que estais ao fogo eterno”. Centenas de livros das mais diversas áreas da literatura aguardam a sua visita num cantinho da Biblioteca Pública Municipal. Nas suas andanças pela Praça, faça por lá uma de suas paradas!


PÍLULAS

  • Pelo “Zap” da amiga Brígida Mariot, li a notícia do falecimento do Adolfo da Silva Goulart, 85 anos, conhecido por todos como “O Barulho”. Foi-se o “Barulho”, fica o silêncio. O Rio Carvão se encolhe mais uma vez e silencia um pouco mais. E a nossa Praça também se tornou mais vazia e mais silenciosa com o fim das conversas que mantínhamos com o amigo Antônio Carlos Zanellato, 76 anos, o popular Bugio.

  • Um chute na canela da honestidade. Covid-19: Grupo de SC é suspeito de falsificar comprovantes de vacina. Eles usavam os documentos para entrar em casas noturnas da região, segundo a Polícia Civil. A fabricação e venda de comprovantes falsos da vacina estariam ocorrendo em Canelinha/SC. Será que a corrupção está nos genes do brasileiro? Até parece que tá.

  • A família de Getúlio Nesi colocou Santaninha na rota internacional da cachaça. A branquinha ou amarelinha com o rótulo “Giuseppe”, o bergamasco que deu início à produção há três gerações, saiu do alambique da família Nesi&Mariot (Getúlio, Terezinha, Lucas e Victor). Ela conquistou a medalha de ouro num concurso na Bélgica. A cachaça faz amigos, basta apenas apreciá-la e degustá-la com moderação. O que prejudica a saúde não é a cachaça, mas, sim, a dose. Em doses inadequadas, qualquer alimento ou bebida pode se transformar em veneno. Não dá para descartar uma caipirinha num final de semana, ou num encontro festivo com amigos. O meu primo Getúlio está fazendo história, ao colocar sua identidade dentro de uma garrafa. De facão na cinta, ele mesmo planta e colhe a cana, a sua matéria prima em terras de sua propriedade.

  • Caminhada Ecológica retirou lixo da Praça do Congresso em Criciúma. Caminhou-se e recolheram-se resíduos jogados indevidamente no entorno da famosa Praça do Congresso. Assim como lá, também aqui. Por aqui, um grupo que faz caminhadas pela Serrinha de Rio Carvão/Santana sobe caminhando e desce recolhendo o lixo jogado naquele local. Alguns devidamente “empacotadinhos”. O grupo está armazenando todo o lixo recolhido numa propriedade. Logo, logo a imprensa será chamada para verificar e registrar a montanha de lixo e entulho recolhido. Não tem essa de “falta de conscientização ambiental”. O que falta é “relho no lombo”, câmeras de monitoramento para flagrar e registrar na imprensa os ditos e as ditas cujas e a placa dos “folgados e espertinhos”. Rafael Sales, talvez instalar câmeras por lá coibiria essa prática vergonhosa. A hora que eles estiverem com as caras estampadas nos jornais e nas redes sociais, quem sabe então “o pau que nasceu torto, se endireita”.

  • No Balneário Esplanada, após cortar a grama e colocar a rede na varanda para descansar e ler algo, eis que os ganchos da parede tomaram “doril”. No Balneário da terra de ninguém, ou melhor, da areia de ninguém, cada vez mais está parecida com o Velho Oeste. Levam de tudo: de ganchos de rede, portão, lâmpadas e, agora, com a alta do gás de cozinha, estão cortando as árvores que arborizam as ruas, levando a madeira mais grossa para o fogão e deixando os “gravetos” para os proprietários. A ausência do Poder Público no quesito segurança, somada à impunidade nos conduz a este estado de coisas.



ATTENTI RAGAZZI


“Eu pensei por ti, pensei por mim. E eu chorei por nós”. Parte de uma canção que disse tudo. Um pensamento embutido numa frase que disse tudo. Como diria aquele escritor “somos todos uns pobres diabos sujeitos a um destino”.

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