SERGIO MAESTRELLI

PÍLULAS

Ao registrar os 44 anos da empresa Malhas Marilícia, cujo nome provêm da junção de Maria com Letícia, a sócia proprietária Letícia Muttini Fabro afirmou que o ponto zero da empresa ocorreu num banco em 1977. Mas não foi num banco comercial para empréstimos e sim no banco da Praça Anita numa conversa entre ela e Maria Fachin Zatta. Nestes longos anos, quem não vestiu uma blusa das Malhas Marilícia produzidas com qualidade, esmero e dedicação na antiga sede da Metalúrgica Dal Bó &Contessi&Copetti na Rua Barão do Rio Branco?

Em seu artigo semanal na Revista Veja, o colunista Ricardo Rangel com a matéria intitulada “Traidores da Pátria” emitiu duas pérolas literárias, dois conceitos bem reais. O 1º que após a atuação do General Pazuello no Ministério da Saúde se conclui que a farda não garante competência e a 2ªº é que se esclareceu finalmente que não é preciso ser civil para ser corrupto.

A carne vai passar dos 80 o quilo e vamos ver se a Polícia vai multar, disse alguém depois de constatar assustado, a evolução dos preços nos supermercados.

Na última “Festa Sertaneja”, apresentada pelos 3 “R” – Rosana, Rozemar e Rozinei, este último encerrou o programa com um “são onze e 59 e foi um prazer enorme... estar com vocês”.

Aos 95 anos a rainha Elizabeth II rejeitou o prêmio de “Velhinha do Ano” concedido por uma publicação do Reino Unido. A pessoa símbolo da monarquia britânica recusou o prêmio de modo cortês com a afirmação que “você é tão velha quanto se sente”.

Quem afirmou que nenhum assunto consegue unanimidade na Câmara queimou a língua. Na sessão extraordinária da semana passada todos os vereadores forma unânimes em taxar a rodovia Genésio Mazon como sendo uma “vergonha”. O Bóris Casoy seria o próximo a repetir o seu bordão famoso do “isso é uma vergonha”.

Essa eu não sabia e talvez você também não. O termo “absurdo” provém de “surdo”, “Absurdum” e é tudo aquilo que nos recusamos a ouvir porque destrói, agride o ouvido, a nossa mente, o nosso coração.

Vivendo a semana da leitura do relatório da CPI da Covid-19 e entre seus membros divergências quanto aos indiciamentos. O Senador Alessandro Vieira contrapondo o senador Renan afirmando eu “ser babaca não é crime. Crime é fazer política pública baseado em babaquice”. Imagine você leitor se neste país “ser babaca fosse considerado crime”. “Virgi Maria”. Imagine você a montanha de processos que se acumulariam no Poder Judiciário.

A CPI da Covid-19 chegou ao seu final exatamente no dia mundial da osteoporose e o que mais me surpreendeu além das furadas governamentais no desastrado combate à Pandemia foi o comportamento dos depoentes em não ter obrigação de dizer a verdade, de ficar em silêncio. Então uns falaram mentiras, mas não todas. Outros falaram a verdade, mas não toda a verdade. Houve meias mentiras e meias verdades. E como a apresentação ocorreu também no dia do arquivista, será que haverá desdobramentos ou tudo será arquivado? Os que praticaram atos ilícitos tem como forte aliado a curta memória do povo.

Você é um daqueles que acha que criar gado é apenas soltar o terneiro e depois de um tempo recolher o terneiro já transformado em boi no pasto?

O Karatê urussanguense , com o professor sensei Luís Fernando Rodrigues e seu alunos rompendo a sequência de notícias negativas de Urussanga na imprensa e fazendo história no tatame. Eles estão vivendo uma sequência de bons combates.

Cuidado com os candidatos que se escondem atrás de uma máscara. Foi o alerta do vereador Fabiano de Bona. E nós acrescentamos: E o problema cresceu. Antes era uma só, vereador. Agora com o advento da Covid-19 são duas. Como diria o Claudino, “mas que barbaridade!”.

Pelo que se deduziu do projeto da Internet que está tramitando na Câmara até o momento temos o “até aqui sem internet”. Logo a realidade mudará para o “Até aqui com Internet”. É isso mesmo Ateky Internet? Se concretizada, uma partida com três pontos para a Administração Municipal.

E chegamos ao final de mais uma semana no módulo “cansado e realizado” E com esses dias de “só chuva”, só resta ouvir ou cantar a famosa canção napolitana “O Sole Mio” que foi composta no já distante ano de 1898. “Che bela cosa uma giornata di sole”.


ATTENTI RAGAZZI

Dentre os premiados da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, está o amigo Julino Bendo do Rio Carvão. Ele levou a moto para casa e dizem ter afirmado que a primeira voltinha será com o Pe. Miro na garupa e ambos com máscara e capacete. Não vai ser fácil reconhecer os dois na foto no trajeto Estação/Rio Carvão.


MARIA, MARIA...

Maria Pinheiro, servidora aposentada da Secretaria da Saúde com 31 anos de atuação nos então denominados “Postos de Saúde” foi a urussanguense convidada para sentar na poltrona das palestras do Rotary Club em suas reuniões ainda virtuais. Na última reunião, ela como integrante da Ong “Amigas do Peito” colocou de modo claro e direto a questão de saúde anualmente lembrada no denominado Outubro Rosa. O tema de sua palestra foi “Viver o Outubro Rosa com Fé e Esperança!”. O que consegui guarda na mente de seu relato emocionante: A palestrante descreveu sua experiência pessoal com a doença afirmando que barreiras na vida existem para serem removidas e que as coisas não acontecem somente com os outros, mas também com a gente. Enfrentou seu drama com coragem afirmando que as boas coisas passam e as ruins também passarão. Nada é definitivo e mandou um recado para todos e para todas: “parem de reclamar de coisas pequenas”. Maria é um exemplo de fortaleza, de perseverança e de fé no presente e no futuro. É cerne de “pinheiro”, diria o Monsenhor. Exemplo de um poço de energia positiva. Foi e é exemplo para muitas mulheres com dramas idênticos. Concluindo a sua palestra efetuou um agradecimento aos rotarianos que a ouviram. E os rotarianos agradecem a oportunidade de ouvi-la. Que general não gostaria de tê-la como soldado em seu batalhão, de ter em seus quadros uma Maria dessa estirpe. Foi guerreira, é guerreira. Maria... Maria.



Ademir Maccari e Francieli Ferrarez do outro lado do balcão da Agropecuária Caça e Pesca Urussanguense sempre atendendo com atenção e rapidez. O médico veterinário, velho conhecido dos caninos e felinos urussanguenses, um serrano bom que desceu a serra há exatos 30 anos. Desceu no mês de março para fugir do inverno que se aproximava e só sobe para buscar queijo, maçã e pinhão, Ademir Maccari (AM) formando agora a dupla “FM”. Francieli e Maccari.