SERGIO MAESTRELLI

PÍLULAS

O Rotary Club varrendo o planeta com a sua maior bandeira: a vacinação anti-poliomielite. Mais de 2 bilhões de crianças já foram vacinadas. É ou não é algo de peso? Foram aplicados mais de 19 bilhões de dólares.

A caça ao bandido Lázaro Barbosa em Goiás: 15 dias, despistando 270 policiais. Dezenas de viaturas, helicópteros, drones, cães farejadores, equipamentos com visão noturna e por enquanto, “niente”. Qual o custo dessa operação policial para os cofres do povo? Não seria melhor ter chamado apenas o Django dos filmes de faroeste da década de 60?

Mais um deputado “de fora” se associa e demonstrou apoio à luta pelo asfalto em Rio Carvão. Agora foi a vez do Deputado do PT Padre Pedro Baldissera.

Mais uma piada para o brasileiro consumir. Quem a registrou foi o colunista Moacir Pereira. Cinco ex-presidentes do Brasil, Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma tem direito a assessores, segurança, viagem de primeira classe ao exterior, hotel 5 estrelas e seguramente vinhos premiados e outras mordomias sob medida escondidas do povo. Regalias inaceitáveis para um povo com grandes dificuldades no dia a dia. Cada um custa para o bolso do brasileiro comum a bagatela de 1 milhão de reais ao ano.

E ainda temos que aturar aquela propaganda que dizia: “Seja um voluntário nas eleições para o bem da democracia.” “Tadinho” do brasileiro, “tadinho”.

Como diria aquele: “Fizemo com o que temo”.

Transcrevo o que li: “Uma decisão do ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), garantiu um habeas corpus a Witzel que permitia a ele não comparecer ao depoimento e, comparecendo, ficar em silêncio sempre que julgasse conveniente e não ser obrigado a firmar compromisso de dizer a verdade.

O ministro concedeu o HC porque Witzel é investigado por fatos em análise na CPI e não pode ser eventualmente obrigado a produzir provas contra si mesmo”

Obter um habeas corpus por uma decisão judicial para não comparecer ou ficar calado na CPI da Pandemia é até compreensível.

Agora querer falar e se recusar a fazer o juramento de dizer apenas a verdade, aí já é demais para a minha

inteligência.

“É tempo de pinhão ao lado de um fogão. Meu pai sempre dizia: Quem planta não come, meu filho. Se você está comendo é porque alguém plantou. Você vai plantar para outra pessoa. É por esse lema que eu me guio produzindo e distribuindo gratuitamente mudas de araucária”.

O Zeca ou o Dr. José Carlos Lacombe Scarpa, médico, Serra da Mantiqueira – MG.

Um recado sutil aos vereadores de um modo geral: questões de lombadas, lâmpadas queimadas, troca de telhas em abrigos de ônibus, cupim em telhado de escola, bueiros entupidos, lixeira quebrada, lajota solta, mato nas ruas, sarrafo despregado em ponte, areão no asfalto...

Que que é isso! Senhores Edis, vamos pensar em projetos e programas macros para o município.

Estes artigos do setor varejista são da alçada do Poder Executivo, são assuntos para a Secretaria de Obras, Diretoria de Trânsito e não para o Poder Legislativo.

Correto o posicionamento do presidente da casa, vereador Odivaldo Bonetti. As demandas importantes são outras. O patamar do Legislativo deve ser outro. Precisamos sai do térreo e irmos para o 2º andar.

“O Comitê da Bacia do Rio Urussanga constitui o “Parlamento da Água”. A Bacia engloba 10 municípios, abrange 680 km² e neste espaço residem 119.000 habitantes. A água é de todos e todos têm o direito e o dever de discutir esse tema”.

Do Eng.º Agr.º da Epagri Fernando Damian Preve Filho, atual presidente do referido comitê.

Epagri começa com o pé direito o 2º semestre. A empresa lança no próximo dia 01 de Julho a publicação “Manual de Produção de Uva Goethe”, um trabalho de mais de dez anos de pesquisas coordenado pelo engenheiro agrônomo Emílio Della Bruna.


ATTENTI RAGAZZI

Janguinha constatando que mesmo com máscara, observa-se claramente o sorriso do torcedor do Criciúma Esporte Clube. Mas no esporte ou em qualquer atividade humana, não dá para descansar. O jogo mais importante e decisivo é sempre o próximo.



Com o botijão de gás beirando os R$ 100,00, muitos nesse inverno irão voltar às origens e reativar o velho fogão à lenha. E o Ademir Freitas já está se preparando para as vendas.








INVERNO

E começou a estação inverno que para mim rima com inferno. No penúltimo domingo no Globo Rural, o pinhão foi o destaque. Linda reportagem na Serra da Mantiqueira em Minas, mas poderia ter sido aqui em nossa Mantiqueira com suas taipas de pedras e sua igrejinha de madeira. Sou louco por comidas que terminam em “ão” e cito como exemplos o camarão, o macarrão, o pinhão, seja ele na panela ou na chapa, ou na paçoca. Nas viagens a trabalho pela Epagri, a paçoca de pinhão inesquecível foi aquela servida no almoço num restaurante em Urubici. Inverno é a estação que eu mais detesto do ano. Na infância e adolescência, a imagem do inverno era a dos lábios rachados e manteiga de cacau. E como gostava de rir, ficava difícil. Quando estava na UFPEL em Pelotas/RS, não dá para esquecer o vento Minuano arrebentando qualquer guarda chuva e cortando queijo em fatias nas esquinas. Daqueles dias de chuva em que a Rádio Tupanci e a Rádio Pelotense rodavam músicas de galpão com gaita e chimarrão para aquecer o ambiente. Quando em 2001, fui ao encontro das terras de meus antepassados no Norte Italiano, em Trento e Bergamo, e observava aquelas imagens de neve e frio, dizia comigo mesmo: O que é que eu quero com isso. Cruz credo. Eu sou um brasiliano produto dos trópicos. Para mim deveria ser dezembro e janeiro eternamente. Em termos de clima, os melhores dias da minha vida foram os 90 dias que passei no Rio Grande do Norte participando de um curso da Epagri. No Centro de Treinamento em Natal, cama no quarto e rede no corredor. Ah! Aquelas manhãs inesquecíveis com sol em profusão às 5 da manhã que se estendiam até a hora do Jornal Nacional. Aqueles almoços com peixe,camarão, macaxeira, tapioca, manga e suco geladíssimo de graviola. Do inverno, para mim, o único ponto positivo é o pinhão. Pelo menos um. Afinal a nossa vida passa por ele três meses por ano.



A música e o vinho representaram Urussanga no Hotel Internacional das Termas do Gravatal. O vinho com Gilmar Trevisol e a música com Emerson Fernandes Lima. Dizem que após o evento, eles aproveitaram a estadia para efetuar um tratamento nos joelhos nas piscinas com águas medicinais.




PRIMEIRO AS ESTADUAIS

Nas rodovias estaduais, a população colocando areão e a Secretaria da Infraestrutura colocando em muitos buracos, asfalto frio com validade até a próxima chuva, digo, até a próxima garoa. Em alguns trechos de nossas rodovias, até cavalo entra em depressão. Enquanto isso, com o apoio dos nossos nobres deputados, o Governador Moisés pretende investir em rodovias federais, cuja responsabilidade é do Bolsonaro que levou uma jamanta de votos, e recursos, se vieram, vieram de bicicleta. Primeiro as estaduais, Governador, depois as federais. Salvo melhor juízo, quer nos parecer um governo sem rumo, sem bússola, sem astrolábio, sem GPS. E o povo continua sem saber onde estão os “33”. Eles apostam na memória curta do povo para esquecer tudo.


COM A MENTE E COM O CORAÇÃO


Judith Terezinha Pillon sentou na poltrona das palestras do Rotary Clube de Urussanga abordando o tema “A Criança e o Adolescente”.

Afirmou ela que o palco da vida da criança e do adolescente é a família e é lá que tudo acontece, onde tem início o afloramento das emoções, sejam elas positivas ou negativas.

Também acredito que na vida de uma pessoa tudo se decide antes dos 7 anos.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) fez com que a sociedade buscasse um novo olhar para este tema. Ressaltou que o adulto está com a estrutura formada e só resta ser polido e a criança está em construção.

E lembrou que o ser humano é totalmente produto das relações sociais e delas é totalmente dependente.

Ao contrário do que os leigos pensam, a violência contra a criança e o adolescente não ocorre apenas nas famílias economicamente menos favorecidas, mas também nas famílias ricas, porém nessas últimas, praticamente ninguém denuncia.

Violência, pedofilia, prostituição infantil ocorrem em todas as camadas sociais, umas ficam mais explícitas e outras mais veladas.

Conclui-se que o inimigo da criança e do adolescente está sempre próximo. Não é ninguém estranho e nem distante.

E que se denomina no mundo dos adultos de “fogo amigo”. Vivemos numa sociedade em que cada vez mais os pais abrem mão e a educação da criança é obra de mão de obra terceirizada.

Ela nos proporcionou um panorama sobre “a quantos anda” a situação do menor e do adolescente em nosso município.

O nome Judith vem do hebraico “Yehudit”, é bíblico e parece que a Judith urussanguense vem desta estirpe. Yehudit significa “mulher da Judeia”.

Seu nome é um dos livros da Bíblia que está inserido no Antigo Testamento e traz uma mensagem dos anos 170 a.C.

Uma mensagem de resistência, coragem, a mensagem centralizada no “cair sim e se levantar sempre”. Ela escancarou perante os poderosos, o poder dos fracos. E Judith, se você não sabe sair de uma videoconferência, faça como eu. Desligue a tomada do computador e tudo estará resolvido.



O pernambucano Jeová Isaías Barbosa, em Rio Carvão com Edson Damiani, recomendando a plantação do feijão fava, bastante apreciado em seu Estado, Pernambuco. E por falar em favas, você sabe qual a origem da expressão “às favas”? Significa uma coisa que é certa, que é segura. No passado, as votações eram com as favas brancas ou pretas significando sim ou não. Não havia dúvidas. Então o pernambucano Jeová está certo. Vou plantar as suas sementes.