SERGIO MAESTRELLI

PÍLULAS

No sábado passado, o presidente da Coopercocal, Lorival Altair de Mello, o Belha, que não tem nada a ver com a abelha, viu a chapa 1 do Conselho Fiscal por ele apoiada vencer as eleições com mais de 75% dos votos. O “Belha” começou na Coopercocal “varrendo o chão do escritório” e atingiu o posto máximo na empresa e com uma administração inovadora, pioneira. Tem energia estocada o dirigente cooperativista. Ele tem experiência e não põe a mão em fio desencapado. Com ele não tem choque de 220 ou de 20.000 volts.

Na semana passada o casal “Joanin e Joanilda” não conseguiu entrar na videoconferência. E aí veio a explicação. É preciso fazer o login.

Você fez o login, Joanin? Não? Então “danou-se”. Agora você já aprendeu.

Ponte Hercílio Luz, o maior símbolo cultural e turístico de SC atingindo 95 anos. Todos passando por cima dela e ela não reclamando, resistindo bravamente com uma mãozinha da engenharia.

Reunião entre Diretoria da Rádio Marconi e a Diretoria Municipal de Cultura ocorreu visando à construção de uma pequena instalação no Parque Municipal com o objetivo de dar melhor cobertura às nossas festas com um custo menor. Respeitando as diversas particularidades do Plano Diretor do Parque, chegou-se a um consenso. A mesma será construída ao lado do equipamento do Rotary Club, com projeto casado com o ambiente cultural e o meio ambiente que o cerca. Projeto neste sentido será efetuado pelo arquiteto Nevton Bortolotto. A construção se faz necessária em virtude dos altos custos com aluguel de estrutura que a cada evento envolve cerca de 6 a 7 mil reais.

Asfalto em cima de lajotas – Sem problema algum. Lajotas não representam um bem cultural. Em cima do paralelepípedo é erro. Asfalto sobre calçamento é equívoco quase tão grande quanto o fim das caçambas. Deixe o futuro decidir definitivamente essa questão. Espero ainda estar vivo quando ele chegar com o seu veredicto. Pequenas cidades europeias com apelo turístico arrancam asfalto e restauram a pedra. Praticam o caminho inverso.

Como repetia o meu pai em seus 59 anos em sua oficina mecânica, o mundo caminha melhor com Bardahl ou com Mobil da Esso, “lubrificantes de última geração”. E nunca os humanos necessitaram de tanto óleo para lubrificar as suas relações.

Antes era qual o número de seu WhatsApp? Depois simplificaram para qual o seu Zap? E ontem ouvimos essa: O teu Whats é 9 e mais o quê?

Graziella, engenheira sanitarista ambiental do Cirsures, satisfeita e empolgada com os resultados da Campanha “Tampinha do Bem”. É preciso apoiar esta causa. Uma boa ideia não é somente a caninha 51. Uma boa ideia só caminha com duas forças. A força daqueles que puxam o processo e a força daqueles que empurram o processo. Então, dê você também um forte empurrão nessa ação.

Que semana política catastrófica para Bolsonaro. Ele não deve estar com saudades dos desastres educacionais dos ministros Ricardo Vélez, Abraham Weintraub, Carlos Decotelli, e também do Pazuello, e nem do Ernesto Araújo, mas deve estar com uma saudade danada do Mandetta e do Moro, ah, isso sim. E por teimosia, continua convivendo com o Salles, do Meio Ambiente, o exterminador do presente e do futuro e com Milton Ribeiro, outro ministro medíocre da Educação, segundo especialistas da área. Teimosia causa prejuízos enormes e irreparáveis.

Barra do Camacho em Jaguaruna na divisa com Laguna. Foi só o povo aparecer com pá e carrinho de mão que o prefeito de Jaguaruna e o Governador correram para o lavoro e para estancar o prejuízo e a repercussão negativa do fato. Além das ondas, já se ouvia o barulho das máquinas.


ATTENTI RAGAZZI


Aniversário em dose tripla no Poder Legislativo. Depois da sessão desta semana, seguramente teve bolo, salgadinho ou pizza. O presidente Bonetinho, o hexa vereador Omero de Bona e o vereador Daniel. Três aniversários num evento só. Nunca foi tão fácil para os aniversariantes pagarem a despesa dos amigos mediante uma “rachadinha”, esta sim permitida e não ilegal.


BANQUEIROS, BANCÁRIOS E CLIENTES


Banqueiros, bancários e clientes ou “palhaços”, na linguagem de um leitor um tanto quanto exaltado. São personagens praticamente diários de uma lista de desrespeito e por que não dizer de humilhação aos cidadãos, de atendimento demorado, diante do número cada vez mais reduzido de funcionários. Diante deste cenário e num tom de indignação, o vereador e bancário por 14 anos, José Carlos José, o Zé Bis, informando que entrou com um requerimento para convidar o Sindicato dos Bancários visando abordar o péssimo atendimento prestado pelo sistema financeiro aos cidadãos, afirmando que as constantes filas constituem uma vergonha. Como diria o edil, “só mais uma partezinha dessa parte”. Os gerentes também deverão ser convidados pelo vereador, ou seja, na linguagem popular, serão chamados “na pua”. Salvo melhor juízo, eles parecem viver em bolhas no ar condicionado e não estão captando a realidade que os cerca. Estão dissociados da realidade pandêmica. Governo solicita que o povo evite aglomeração, mas filas e aglomerações se formam em frente às agências bancárias de um modo geral e o sistema financeiro não tá nem aí para essa questão. Lixem-se. O nosso negócio é lucro e não preocupação com aglomerações. “É preciso se dar as mãos e acabar com esse atropelamento dos interesses dos clientes”, afirmou Zé Bis. O brasileiro, em questão de filas, já possui mestrado e doutorado. É preciso esclarecer que o bancário, o funcionário, não é culpado, culpada é a filosofia perversa dos banqueiros cujo lucro, com ou sem pandemia, está sempre no patamar dos bilhões e para a população, apenas as gorjetas, às moedinhas. Aliás, um exemplo prático desse desrespeito, e nós diríamos mais, dessa humilhação, ocorreu na semana passada com as filas para o simples pagamento de um boleto, de um carnê de IPTU. No ano passado, o pagamento só era permitido na CEF e na Lotérica. Este ano abriu-se uma brecha para a sabedoria, ou como diria o italiano, abriu-se “um lampejo de iluminaçon” e toda a rede bancária estava autorizada, porém a maioria ainda achava que persistia a regra do ano passado. O sistema bancário acha que o cidadão brasileiro está constantemente de férias e com folga, e teria e tem o tempo todo, o dia todo para eles. O povo precisa deixar de hibernar. Enquanto o povo se comportar como ovelha, nada vai mudar. Quando ele começar a se transformar em lobo, aí a coisa vai mudar. Por enquanto discursos, vamos aguardar o que ocorrerá na prática.



Uma pergunta ao casal Nair Sprícigo e Wilson da Conceição: Estão ou não com saudades da Galeria Ivo Serafin, que durante décadas, de segunda a sábado, giravam a chave da porta da loja para atender seus clientes?