SERGIO MAESTRELLI

“O AMOR EXPLICA TUDO”.



Impulsionados pelo amor colocado no coração do homem e da mulher e pela bondade de Deus, Daniel Becker e Graziella Maestrelli se encontram um dia e um novo horizonte se abriu para eles. Decidiram fundar um novo lar e pediram que esse novo lar fosse consagrado pelo sacramento do matrimônio. E todos os presentes na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição pediram ao Senhor, que por intermédio do Padre Daniel Pagani, esta união e este amor fossem abençoados. Eles pediram licença e imprimiram no convite de casamento a expressão - “O Amor me explicou tudo”, de São João Paulo II. Depois disso resta muito pouco a dizer, a não ser que o amor é aquele que não permite desvio no olhar e que o segredo de um casamento feliz é ambos olharem sempre para o futuro e sempre na mesma direção. Eles marcaram o dia mais importante de suas vidas em dois locais inesquecíveis de Urussanga: A religiosidade da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e o palco de festas da Vigna Mazon que por enquanto, devido a pandemia, foi muito restrita. Agora a sobrinha e afilhada do Sérgio e da Lacy, Graziella, passa a se assinar como Graziella Maestrelli Becker. Que caia do céu sobre vocês baldes de bênçãos e de felicidade. A chuva que caiu no dia 21 de abril às 11 horas foi água benta. É preciso saber interpretar corretamente as coisas que vem dos céus, Graziella e Daniel. .


LOTES E TERRENOS BALDIOS


Lei existe, mas não é aplicada. Não adianta aprovar leis se não há condições de fiscalizá-las. As leis existem neste país, aqui em Urussanga, Tubiacanga e em Sucupira na Bahia, mas são feitas e armazenadas nas devidas gavetas burocráticas. Muitas leis, cá entre nós e cá entre eles, nascem ao amanhecer e morrem ao anoitecer. A euforia da lei aprovada não dura 24 horas. Tenho ou não tenho razão? Ou como diria o vereador Tita: “Tô certo ou tô errado?” Corretos mesmo estavam os imperadores romanos que antes de promulgar uma lei, primeiro se inteiravam se havia meios de fiscalizá-las. Uma lei não cumprida arranhava a imagem e a autoridade do “Caesar”. Por enquanto a questão da limpeza dos lotes baldios aqui em Urussanga ainda não saiu das falas dos vereadores nos “púlpitos” da Câmara. A ineficiência ou a falta de fiscalização sempre foi o calcanhar de Aquiles das administrações municipais. A sua devida aplicação produz além da queda do mato e a remoção do entulho, a perda de votos. A mesma ideia vale para aplicação das leis nas centenas e centenas de metros de calçadas detonadas.


QUE BRASIL ATRAVESSADO!


Que Brasil atravessado no meio da pista de rolamento. Nos últimos tempos: uma centena de deputados envolvidos com a Operação Tanque Furado; funcionários públicos da saúde simulando aplicação de vacinas, as chamadas vacinas de vento; denúncias de frascos de Coronavac com menos doses; enfermeira aplicando vacinas falsas por R$600,00 em alguns empresários ditos “espertinhos” que receberam apenas soro no braço; Banda no “Lontra Bar” em Fpolis avisando clientes para pôr máscaras e sentar, pois os fiscais da prefeitura estavam chegando. “Todo mundo sentadinho, todo mundo sentadinho com máscara” era o alerta. A Procuradoria do Município considerou tal episódio um deboche, uma afronta à fiscalização. Autoridades e funcionários públicos no país de todo e qualquer jeitinho furando a fila. E para concluir a triste novela, um caminhão passa e no para-choque a frase: “Nem todos os corruptos são políticos, mas todos os políticos são ou serão corruptos”. Calma, caminhoneiro. Deve haver exceções. Que Brasil atravessado no meio da pista. Que borocochô o país está vivendo.


A VERDADE NÃO TEM DONO


A verdade não tem dono, não tem pai e nem mãe, nem tio, ou tia, nonno ou nonna. Ela é uma criação independente. Carrego desde os tempos de estudante em minha escrivaninha num singelo quadrinho a frase de Voltaire: “Posso não concordar com nenhuma palavra do que dizeis, mas serei o primeiro a defender até a morte o direito que você tem de dizê-la, como homem livre”. Podemos e devemos admitir opiniões contrárias as nossas. No contrário pode estar uma complementação, a essência de um fato. Que seja facultado ao homem integrar aqueles grupos em que a sua opinião e a sua consciência dizem que são os grupos certos em contraposição a outros grupos.


O DESESPERO DE UM CACHORRO


Num desses dias ao circular de carro pelo histórico Bairro da Estação constatei pela segunda vez um fato desprezível. Fato semelhante já havia presenciado em temporadas passadas na Praia da Esplanada. Na minha frente um carro para na rua, solta um cachorrinho e arranca velozmente. O cachorrinho desesperado corre velozmente atrás do veículo que rapidamente some deixando o animal desorientado. Ato vil, covarde e praticado por espíritos imundos, porque havia duas pessoas no carro, uma do sexo masculino e outra do feminino. Pena que não conseguimos fotografar a placa. Não somos nós que vamos mandar um recado a este casal, mas o recado da Natureza e suas leis. Vocês no decorrer da vida, antes ou talvez na velhice, irão sentir a mesma sensação, a terrível sensação do abandono, a sensação do desprezo e da rejeição. A Natureza não falha. Aguardem, pois, o devido presente. Num domingo ou numa segunda ele virá.


SPAGHETTI A CARBONARA


Os portugueses com bacalhau, espanhóis com tortilhas, franceses com crepes e os italianos com as massas. Há séculos é assim. E os italianos e os “oriundi” em diversos países do mundo colocam em primeiro lugar o Spaghetti alla Carbonara. A receita surgiu na II Guerra Mundial com a invasão de Roma pelos soldados americanos em 1944. Um grupo de soldados utilizou macarrão instantâneo, ovos em pó, bacon. Na falta de uma frigideira, o cozinheiro utilizou um capacete. E o Spaghetti alla Carbonara migrou para todos os restaurantes italianos e do mundo.



Observe no detalhe.

Olha lá a Andorinha Mensageira voando num domingo com prenúncio de chuva em Estação Cocal, na Casa do Trem que por enquanto continua de pé, mas numa situação “mezzo, mezzo”. A comunidade deveria abraçar e conservar o seu símbolo maior, ao lado da antiga Cantina da Família de Victório Búrigo e Amália Damian, que no passado produziu o vinho “Lagrima Christi” premiado com ouro, o vinho do sogro Pietro Damian.


PÍLULAS

Numa das últimas sessões da Câmara, o vereador Taliano ficou surpreso com o inglês do vereador Beto e parabenizou o edil. Deu para entender tudo, finalizou brincando o Taliano. É isso aí. O bom humor faz girar melhor as engrenagens da vida e afasta as doenças. “Pedo di prima”, vereador Beto Cabeludo.

É, faltou energia, faltou carvão para o Criciúma. Na noite em que o Criciúma foi rebaixado pelo Avaí, o diretor Rampinelli largou o “bulin”. Ele que foi um dos responsáveis pelo acesso do time à série “A” do Campeonato Brasileiro em 2012, quase 10 anos depois retornou para ajudar a rebaixar o Criciúma para a Série B do Campeonato Catarinense. As pessoas não sabem quando devem parar. Ele não soube e Felipão também não. Pelé soube. A expressão do Janguinha “que fase” parece que se torna algo permanente. A crise nos quatro cantos do gramado não é de ontem, já vem de longe. É sempre o “falta um gol, falta um pontinho, depende de um outro jogo”.

Como afirmou o Gerrardo, “tudo o que não se mexe fica atrofiado”, ao se referir aos maus tratos que ocorrem contra os animais acorrentados. Darwin e Wallace descobriram tal segredo lá pelos idos de 1860 em seus trabalhos científicos.

E por falar em Darwin, dizem que um grupo de macacos, reunidos debaixo de uma árvore no continente africano, estavam indignados com o Charles, quando este afirmou que o homem era descendente do macaco. O mais exaltado e indignado do grupo afirmou: “Vamos parar com essa brincadeira. O bicho homem já fez bobagem demais e deve nos deixar fora desta história”. E quer nos parecer que os macacos estão cada vez mais com razão, porque o ser humano anda detonando o planeta azul, combinando ambição insaciável com ignorância plena.

Ouvimos neste domingo “La Voce Della Benedetta” O trio do Movimento Cultural, Bortolotto, Paúra e Narciso, estavam inspirados e animados como nunca. É um antídoto muito eficiente para combater a pandemia e o isolamento social.

Trocamos algumas ideias nesta semana num encontro casual com Luiz Carlos Cardoso, o “Nariz”, ex-vereador e presidente da Câmara e atualmente assessor parlamentar. Foi uma conversa “republicana”. Depois dos assuntos políticos, comentou que subiu e desceu a Serrinha em suas idas a Santana e constatou os bons serviços de drenagem do Sangaletti que estão sendo efetuados, além da instalação das traves definitivas, algo absolutamente necessário. Na época em que era Secretário de Obras, o Nariz promoveu uma completa remodelação da Serrinha com melhorias em todo o leito, instalação de cercas de proteção, revitalização da gruta e tudo foi concluído com uma missa no local, rezada pelo Pe. Itamar Mazzuco. Nariz foi o vereador autor do projeto que denominou a estrada do Rio Carvão como Rodovia dos Mineiros. Ele foi um dos primeiros a defender a ideia do asfalto, colidindo na época inclusive com o seu partido, e deste modo recebeu o apelido de “Patinho Feio”. Os que ficaram em cima do muro receberam o apelido bastante apropriado de “cisnes”. É sempre assim. Vale mais a aparência do que a essência.

“Já criei gado e cavalos, hoje atuo no serviço terceirizado de máquinas. Lidar com o povo não é fácil. Criar gado e domar cavalo chucro é bem mais fácil. Com jeito e com 4 fios de arame tudo se resolve. Todos os animais lutam ferozmente para defender seus filhotes. Só o bicho homem é capaz de matar seus filhos. Veja o caso daquele vereador chamado de doutor”. Luiz Bornagni, em comentários nos serviços de drenagem da Serrinha com seus companheiros Jefferson Pascoal Rita Júnior e Diego Biella.

“Todo ser humano que não se resolveu dentro de si, desenvolve uma capacidade enorme para criar confrontos, embora reconheçamos que não é tarefa fácil acordar todos os dias e ser simpáticos com todos”. Padre Antônio Vander no domingo, Dia do Senhor.

Essa rotatividade e esse vácuo com relação à Agricultura causa desgaste à Administração e são prejudiciais aos interesses dos agricultores. Agora um novo diretor foi anunciado. O setor rural espera que o “reinado” do novo secretário ou diretor não seja apenas de alguns meses, pois esse processo de descontinuidade afeta os projetos e as ações. A cada nomeação vem junto com ela o “mantra”. “Estou começando e preciso pegar pé da situação”, e deste modo mais um período de ponto morto no setor. Não é crítica, é a realidade em qualquer setor. Olhe Bolsonaro: quatro ministros da saúde e o caos sanitário.

É bom que você saiba e sempre é bom saber que para um dito “esperto” se manter vivo são necessários dez bobos ou abobalhados ao seu redor. Então, attenti é.

O COMBEA sob o comando de Felipe Catâneo. O assunto já causa polêmica na Câmara e ao que tudo indica, vai sobrar para os cachorros. Esse mundo é mesmo um mundo cão. Essa questão de animais na rua é uma questão do setor público sim e é logico que gastos terão. Ou vocês acham que o setor vai viver de poemas e poesias, assim como vive, por exemplo, a Cultura?


ATTENTI RAGAZZI


“Eu sigo todos os protocolos estabelecidos em virtude da pandemia. Mesmo assim, estou consciente dos riscos que corro, pois nunca se sabe o que vem por aí, mas jamais pensei em trocar de profissão e abandonar o campo de batalha. Se assim eu fizesse, eu mesmo me daria nota zero. Não seria mais uma profissional e sim me transformaria apenas num fantasma que caminha”. Comentário de uma profissional da Secretaria Municipal da Saúde com quem conversamos na semana passada. Ô Ingrid, comandante que tem soldado deste porte, caminha para a vitória.




A Família Redivo/Sebastião reunida.

Como é mesmo que se diz vinho, cachaça, aipim frito, queijo, salame e polenta em inglês, Taliano? Perguntar a quem? Ao vereador Beto. Então tá. Vou perguntar.

Esses amigos estão com seus nomes anotados no nosso livro de Amizades. Quanto mais volumoso o livro, mais ricos somos.