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  • Foto do escritorJORNAL PANORAMA SC

SERGIO MAESTRELLI

600 EDIÇÕES


600 edições no Jornal Panorama. Dezenas de reportagens e mais de 9.000 pílulas e 9.000 “Attenti Ragazzi”. Como registrou para nós, o Monsenhor Agenor Neves Marques, um dos nossos ídolos desde o curso primário, perdoa as ofensas que os outros dirigem a sua pessoa. Assim, abre-se o caminho para que os outros também perdoem as suas ofensas a eles dirigidas.

Porém, um tipo de ofensa ou um tipo de defeito é imperdoável. Aquele que se refere à ingratidão humana. Cada um deve ter os seus exemplos de ingratidão humana. Em nossas pesquisas culturais no meio rural, nós colecionamos um exemplo muito emblemático. Um episódio que não senti na carne, mas na alma.Todo ser humano se sente lixo quando se é usado por outro para a obtenção pura e exclusiva de um determinado fim. Todo ego ou superego se apavora com possíveis focos de sombra. A ingratidão é um pecado capital e sem perdão. O próprio Cristo dele se queixou no episódio dos 10 Leprosos, em que curados, apenas um voltou para agradecer, demonstrando irritação, desconforto e inconformismo. Em todas essas edições, nenhum combate dirigido a pessoas e sim o que prevalece é o debate e o embate das ideias.

Finalizamos o texto com o lema de nosso segundo ano na chefia da Estação Experimental de Urussanga- EEUR em 2004. “Preocupe-se mais com a sua consciência do que com a sua reputação. Porque a sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles”. O Brasil está ávido por vacinas: anti-ego, vacinas anticorrupção, anti-oportunismo, anti-Covid 19...



Sidney Zavarise, 35 anos, artesão da pedra, representante da nova geração de uma família que corta a pedra como nós cortamos o queijo e o salame. Aqui no Bairro Pirago, construindo uma bela residência de propriedade da família Muttini.



As roletas de nossas festas do Meio Rural: Há mais de um ano, todas silenciosas. Estamos com saudade de ouvir o som característico de uma roleta girando e alguém gritando e anunciando o “9”, “19” “119”...







Maria das Dores Salvador Biz, ou simplesmente a “Maria do Olívio”, nos deixou e deixou um exemplo de bravura, coragem, determinação. Uma mulher guerreira da Baixada Fluminense, da Rua Américo Cadorin. Com fibra, altivez e coragem, ela venceu muitas dores nesta vida, algumas atrozes, as mais terríveis da vida de uma pessoa.

Ela teve a desventura de sepultar dois filhos, mas sempre se manteve de pé. Foi fortaleza.

Vá em paz, Maria e junte-se a outra Maria, a Maria Santíssima no céu. Um abraço afetuoso do Panorama ao Olívio, o popular “Bife”.




JOVEM VESTE UNIFORME DA MÃE FAXINEIRA


Essas mulheres incríveis e suas histórias. Em Santos/SP, uma jovem vestiu o uniforme de sua mãe faxineira em sua formatura em Pedagogia. Já vi belas homenagens em formaturas, mas essa foi a mais surpreendente para nós. A filha se chama Roberta e a Mãe Marlene, que como faxineira, pagou os estudos da filha com enormes dificuldades. Em meio à pandemia, ela não poderia contar com a presença dos familiares neste momento importante de sua vida e assim ela buscou uma fórmula emocionante para aquele momento tão especial. Roberta colocou o uniforme utilizado por sua mãe Marlene durante o trabalho como faxineira, debaixo da beca. E porque existe gente assim é que existem vencedores. A foto é 100% emoção.


PÍLULAS


Políticos e humoristas disputam cada vez mais o mercado de trabalho no Brasil. Com relação aos políticos (não todos), não seria um caso de exercício ilegal da profissão? É por essas e por outras que a rede do Plim-Plim tirou do ar os programas humorísticos como “Escolinha do Professor Raimundo” e “Zorra Total ou Parcial”. Não compensa. É concorrência desleal.

“Não sei o que a Polícia está esperando para botar os silicones. Olhe a confusão”. – Teixeirinha comentando o caso do caminhão enguiçado no trevo da Padaria da Olguinha, do Bar do Emílio, na semana passada.

Com essa, penso que em termos de pandemia no Brasil já se viu de tudo. Agora, em tempos de isolamento social, a Polícia em São Paulo teve que ser acionada para encerrar um baile da 3ª idade, com 190 participantes. Seguramente o Zé Bis ou a Léti nada tem a ver com isso.

Tudo na vida passa. E passa mesmo. Só que algumas coisas passam por cima da gente. É ou não é, Roselita?

Depois da Pátria Amada, a Pátria Armada. 1,1 milhão de armamentos foram legalizados em 2020. Um crescimento de 65% se comparado com 2019. As entidades de tiro desportivo no Governo Bolsonaro saltaram de 151 para 1.345. A pergunta é: Esse armamento todo está indo parar nas pessoas de bem ou indo parar nas mãos da bandidagem?

No último sábado na progressista e desenvolvida Jaraguá do Sul, no estádio João Marcato, o Criciúma não marcou. Quem marcou foi o Juventus (2x0). Mais uma derrota nos acréscimos do segundo tempo. Os cronistas esportivos são unânimes em dizer que o Criciúma E.C. precisa de um “meia”. Nós não entendemos nada de futebol, mas achamos que o Criciúma precisa é de “um inteiro”. E você, o que acha?

Se você não sabe, fique sabendo. Um texto precisa de um tempo para ser escrito, e mais um tempo para ser reescrito. Ele precisa nascer, crescer e amadurecer. Tudo nesta vida obedece a esse processo da Lei da Natureza.

O MDB de Urussanga está utilizando a fórmula errada. Sai muitos e ficam alguns, quando a fórmula correta e de bom senso seria o sai “alguns” e permanecem todos os demais. Essa é uma das visões externas deste processo de autofagia em andamento

Agora o coronavírus e suas variantes. Variante é aquilo que muda, que se altera, que foge de um padrão. E o tinhoso responsável pela Covid-19 faz isso. Bons tempos aqueles em que variante era apenas uma estrada, um desvio, ou o bom carro da Volkswagen do Brasil lançado em 1969.

Militar para a Petrobrás. O último foi em 1989. “É preciso olhar o investidor, mas também o brasileiro”, disse o indicado de Bolsonaro para a presidência da referida empresa, General Silva e Luna. Faz sentido. Como diria o Bolsonaro, quanto mais intensidade a turma do contra reage, mais eu me convenço de que estou no caminho certo.

Não confundir lichia com chilia ou com chimia e muito menos com o amigo Chia. E nem Mama Mia com Nonna Mia e Denoni com Del Nonno. Que coisa!

Na guerra contra a Covid-19, como diria o Mandetta, “no Brasil as cepas do coronavírus andam de Ferrari e a vacina de carroça. Pazuello perdido lá e aqui o Governador Carlos Moisés da Silva, faz à expressão “Perdidinho da Silva”. Quando havia apenas meia dúzia de casos, fechou o Estado. Agora que precisa fechar o Estado, parece que perdeu a chave.


ATTENTI RAGAZZI

Vai uma vacina de vento aí no bracinho ou não? Será que funcionários da saúde estão aplicando vacinas com o vento estocado do período da “Presidenta” Dilma? O Brasil enverga, enverga, mas não quebra. Ainda bem que assim é.


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