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  • Foto do escritorJORNAL PANORAMA SC

SÉRGIO MAESTRELLI

DESAFIO AO PT URUSSANGUENSE



Já que pelos caminhos azuis ou vermelhos nada se resolveu (e tempo para isso tiveram de sobra), vamos lançar, em nome da defesa de nosso patrimônio histórico, um apelo, um lembrete, uma sugestão, um pedido, um desafio, uma missão ao PT Urussanguense: entrem em contato e gestionem junto aos deputados federais do Partido, Pedro Uczai e Ana Paula Lima, ao ex-prefeito de Blumenau Décio Lima e demais lideranças petistas catarinenses para que solicitem ao Presidente Lula um presente aos urussanguenses, qual seja o repasse ao municipio do prédio do antigo IAPETEC. Esse imóvel foi construído na década de 60 pelo desvelado interesse do filho urussanguense Tarquínio Bainha. Hoje está caindo pelas tabelas, em virtude do desvelado desinteresse de nossas atuais autoridades. Sem interesse ou serventia ao Governo Federal, que seja repassado ao município. O prédio tem história para a cidade, é um marco para a Rua Barão do Rio Branco, faz parte de nossa memória arquitetônica, assim como fez parte a antiga sede da LBA da década de 50 e a antiga construção da década de 40 da Metalúrgica do Chico Dal Bó, Romano Contessi, João e Irme Copetti. Todo o sul catarinense recorria aos serviços dessa empresa. Uma cidade precisa restaurar e manter seus marcos e referenciais históricos, sua identidade, sua alma. Caso contrário, caminhamos a passos céleres para nos tornarmos mais uma “cidade de mesmice”, igual a milhares de outras. Parece que Urussanga nada aprendeu com a demolição do Cabo Aéreo, uma derrapada cultural histórica das nossas autoridades da época. O cabo aéreo caiu, vítima da mais corrosiva das substâncias: a ignorância. Então,Sidnei Chiquinho Casagrande, Adroaldo Luiz Apolinário, Marlene Zannin, Célio Silvestre, Álvaro Escaravaco,Fabrício Trevisol, Carlos Edmar Macedo, Carlos Sorato, Cássia Schneider e demais amigos integrantes da agremiação petista: ao lavoro! Vamos ver qual é o peso do partido. Vamos torcer para que mostrem o pau e a cobra morta. Vamos cuidar daquilo que é “macro” para Urussanga. Deixemos de lado o mundo “micro” para os microbiologistas, esses profissionais que com suas pesquisas que nos livram de muitos problemas. Que nossos representantes políticos deixem de lado o varejo e que mergulhem no atacado.


29 DE FEVEREIRO

Um dia atípico - 29 de fevereiro. Por que um 29 de fevereiro? A inclusão de um dia foi feita para aproximar o calendário ao movimento de translação da Terra, tempo que o planeta leva para dar a volta no Sol, que é de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos. Essas horas que ultrapassam os 365 dias são compensadas a cada quatro anos, no dia 29 de fevereiro. Foram os egípcios de Alexandria que, há mais de 2.200 anos, tiveram a ideia de, a cada quatro anos, adicionar um dia a mais no calendário para compensar as seis horas restantes. (um arredondamento das 5h48m46s). Dá um dia certinho, que a cada quatro anos, aparece na folhinha como o dia 29 do mês de fevereiro. Esses egípcios das pirâmides não eram nada fracos em termos de astronomia, nem nas demais áreas do conhecimento humano. Quem nasce em 29 de fevereiro pode celebrar o dia de aniversário tanto em 28 de fevereiro, quanto em 1º de março. Contudo, conforme o Registro de Nascido Vivo, a declaração de nascimento de todos os brasileiros deve conter o dia, mês, ano, lugar e horário exatos. Deveria ter ido ao cartório para verificar se já teve algum urussanguense cujo nascimento ocorreu num 29 de fevereiro, mas não deu tempo.


PÍLULAS

  • Lançado lá no Oriente o livro “Reforma e Construção da China” de autoria de Jing Zemin. Olhá só. A China tem o Zemin e nós aqui em Urussanga temos os amigos da família Chemin.

  • O Itamaraty, que cuida da política externa brasileira (não se sabe se é sob o comando do chanceler Mauro ou do assessor Celso Amorin), reclamou que o nosso embaixador em Tel Aviv recebeu um sermão em hebreu no Museu do Holocausto, língua que o diplomata não dominava. Já no Rio, o Governo, ao se reunir com o embaixador israelense no Brasil, Daniel Zohar Zonshine, e querendo tirar uma casquinha daquele episódio, colocou um intérprete à disposição para a conversa e, novamente, entraram pelo cano da Tigre. O embaixador de Israel o dispensou com um tapinha de luva de pelica, afirmando que não havia necessidade. Ele falava e compreendia a língua portuguesa. Uma mera questão de formação. Um embaixador deve no mínimo falar a língua oficial do país onde se encontra em missão diplomática. Parece que essa é a diretriz da chancelaria israelense. Será que estamos tendo a versão moderna de “Davi e Golias”?

  • Três vezes a letra “M” – Magali-Michele-Maestrelli, de longe e de perto, só observando o desenvolvimento das parreiras no típico parreiral de Uva Goethe, no Parque Municipal, na encosta do Restaurante San Gennaro. Finalmente podemos dizer: “Habemus Parreiral no Parque Municipal”. Entre o “Dire e o Fare”, um período de tempo que atravessou praticamente 13 anos. Ma “se fini”.


ATTENTI RAGAZZI

“Vamos perder a melancia?”, disse um amigo, nos puxando pelo braço para uma caminhada. E eu disse: “tá louco. Já perdi os óculos, a chave do carro, da casa, o pen drive, o controle do portão e, agora, perder também uma melancia? Não, não. Perdas demais”. Um abraço Nirlei.





Um casal da Família Ceron lá da Itália (Elide Ceron e Giancarlo Siscaro), integrantes de um grupo folclórico, visitaram a família Ceron daqui. Eles estiveram na Localidade de Rio Carvão e foram recepcionados na propriedade do João Ceron e da Irene Nagel, a Coca, com polenta, vinho e cavaquinho. Tanto os de lá, quanto os daqui são descendentes do Casal Adamo Ceron e Thereza Pasqualotto, casal pioneiro do plantio da uva Goethe em Urussanga. Não confirmo, mas disseram que o João e a Coca não irão retribuir a visita, porque os dois tem “paúra” de andar de avião. Então, um navio seria a solução para essa turma do Rio Carvão.


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