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  • Foto do escritorJORNAL PANORAMA SC

SÉRGIO MAESTRELLI




O voluntariado é uma das caracterísicas marcantes de nosso município. Tal fenômeno se observa em todas as áreas vitais da comunidade. Na imagem dois exemplos: Salete e Sofia, mãe e filha como voluntárias da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. Voluntário é aquele que acredita que todo mundo pode fazer a sua parte por um mundo melhor.


PÍLULAS

  • “Tenho dois casamentos: Um com o Fred e outro com o Douglas. Minha profissão é o turismo. E o turismo é a minha paixão”. Samantha Scussel da DS Travel Tur, 16 anos de atuação na Benedetta e 100.000 atendimentos, ao receber Moção na Câmara juntamente com seu sócio Douglas Da Soler.

  • No “Concurso Estadual de Queijos Artesanais” da Epagri, que ocorreu no município de Lages, foi possível observar a diversidade cultural de SC, além da tradição e da inovação no setor. Foram 145 exemplares de queijos produzidos com leite cru ou pasteurizado de vaca, cabra, ovelha ou búfala. Nas mesas, havia queijo artesanal colonial com ou sem tempero, ao vinho, queijo serrano, o alemão Kochkäse... O produtor Curt Tessmann foi premiado com o queijo Kochkäse, e o produtor Wilmar Hanneback conquistou premiação com o queijo “Ragazza”.Ambos são do município de Timbó (Vale do Itajaí). E o Sul conquistou medalha com o queijo “Sempre Bom” do município de Nova Veneza/SC. Urussanga também tem bons queijos artesanais, além da tradicional “puína”.

  • Políticos do PP estiveram na BR 101, em direção a Içara, para segurar a prefeita daquele município no partido, que está, ou estava indo de uber, para o PL. Fico imaginando as emendas e as promessas deses políticos do PP, em termos de recursos para a Cidade do Mel. Todos na operação “Segura peão!”. Será que não seria também produtivo para Urussanga utilizar a mesma fórmula da prefeita içarense?

  • De um brasileiro que, ao ouvir um “bota mais água no feijão”, disse: “Não temos nem água, quanto mais feijão”. Então, nem vamos recordar o Vale Picanha. E a briga entre “Mortadelas” e “Coxinhas” continua em pleno vapor. Tem combustível para atravessar anos e ir muito longe. Depois de um ano, a dita “pacificação do país” é uma grande quimera. Os números expressos na última eleição presidencial permanecem os mesmos. No Brasil, polarização. Em Urussanga tudo super polarizado e com tendência em alta para 2024.

  • Lemos e repassamos: Você sabe por que chamamos os doentes no hospital de pacientes? Não seria porque eles precisam ter paciência para ser atendidos? Não, não é nada disso. O termo paciente vem da antiga palavra grega “Pathos”, que significa sofrimento. E hospital tem origem na palavra hospitalidade. E por falar em hospitalidade, uma sugestão à direção do nosso hospital. Que as pessoas que aguardam atendimento não permaneçam no hall de entrada amontoados num espaço com um ventilador. Que todos aguardem nos amplos corredores com ar condicionado e com muitas cadeiras disponíveis. Na semana passada pude observar oito pessoas sentadas e mais vinte de pé aguardando o devido atendimento. E a grande maioria das pessoas acima dos 60 anos e muitas com graves problemas de mobilidade. Enfrentar a burocracia antes do atendimento é uma barra e esta barra não é a de chocolate.

  • Um cascudo na cabeça do Governo Estadual partiu do prefeito de Pedras Grandes, Agnaldo Filippi. A Justiça condenou o Governo a cumprir contrato. Correto o posicionamento do prefeito da cidade vizinha. Se começou a obra, deve terminar. Se o Estado assinou o contrato, deve assumir. A população está enojada das obras iniciadas e não concluídas. Agora esperamos que o asfaltamento no trecho Azambuja/Rancho dos Bugres seja efetuado no modelo europeu. Se for implantado o famigerado “modelo Deinfra”, adio Mata Atlântica, adio paisagens, adio colinas verdejantes, adio estrada bucólica. Vamos cair na mesmice de uma reta sem graça. Se existe algo que a engenharia do Deinfra não possui é sustentabilidade ambiental. Que o diga o trecho asfaltado do Rio Carvão.

  • Governo Jorginho Melo - 1 ano. Com relação a Urussanga, por enquanto, está tudo igual ao governo anterior, o do Moisés, ou seja, para Urussanga “niente’”. Vamos ver o que vai ocorrer nos 75% do período restante. Precisamos de obras de peso e não um varejo de pequenas emendas para serem aplicadas aqui e acolá.

  • E por falar em “enrolation”, outro exemplo típico e único como o nosso vinho Goethe é a obra da malfadada duplicação da SC 108. Primeiro era a chuva, agora é o calor. Não tapam nem os buracos e se aventuram na antecipação de uma duplicação questionável, quando esses milhões poderiam ser aplicados num rol de rodovias do Sul, todas em estado lastimável. Como diria aquele ditado, “o Eugênio é muito ingênuo”.

  • O país não está precisando nem de políticos da Esquerda, nem da Direita e, muito menos, do famigerado Centrão, que vende a alma por verbas no mais genuíno instrumento da política brasileira do “Toma lá, da cá”. O país está precisando do chicote de Dom Diego De La Vega, o Zorro.

  • “Foi uma experiência ímpar ter presidido esta casa. Nesta cadeira fui daltônico em termos de cores partidárias.” Do presidente que sai, Vereador Nel. “Vai começar um novo ciclo. Compromisso de uma excelente gestão democrática, mas com independência. Prometo uma gestão de resultados” Vereador Luan.

  • Mais um caso para o arquivo das “Obras Públicas de Péssima Qualidade”. Prefeito de Maracajá acusa prefeito de Forquilhinha de asfaltar sem a utilização do denominado rolo de pneu para compactação, cujo equipamento o Consórcio ainda não possui. Resultado: asfalto de baixa qualidade e deterioração antecipada. Se a informação procede como foi divulgada, será mais uma vez o dinheiro do povo indo para a boca de lobo. Políticos e seus compadres numa boa, e o povo nem tanto.

  • Contas da prefeitura de Urussanga aprovadas pelo TCE. Então, presume-se que foi colocado um ponto final neste assunto, pelo menos nas contas de 2022.

  • E o que dizer desse “recebe, devolve” das Câmaras Municipais da região para o Executivo? Vereadores afirmam que as respectivas devoluções de dinheiro são fruto da economia do Poder Legislativo. Outros afirmam que o que está ocorrendo, na realidade, é o repasse de recursos além do que elas necessitam. Em nosso município a devolução ultrapassou 1 milhão de reais. Então, o correto é corrigir esses valores para baixo. Para sobrar tanto dinheiro, todo ano, em todas as Câmaras, deve haver algum erro na máquina de calcular dos devidos repasses. Irão dizer: “Ah, mais a lei prevê percentual”. E daí?! Quem tem o poder para fazer a lei tem o poder para desfazê-la.

  • ATTENTI RAGAZZI

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