SÉRGIO MAESTRELLI

PÍLULAS


  • Nesse clima de 4 estações ao mesmo tempo num único dia, vivemos uma 6ª feira passada à tarde com sol e chuva ao mesmo tempo. Um fenômeno climático que eu não observava há anos. Já no domingo, o sol veio com data de validade vencida e como uma cartela de doril. Veio e, em seguida, sumiu. E no Rio e em Brasília, domingo caliente com o caso Roberto Jefferson. Nunca se ouviu tanto o ‘Tá chovendo aí, tá nublado ai? Aqui tá”. “Chose de loque”, diria Jô Soares, se vivo estivesse. São Pedro anda necessitando de uns petelecos.


  • Nos anos 50, uma marca de maiôs americana com o objetivo de divulgar seus produtos criou os famosos concursos de misses, espalhando beleza e glamour. E, assim, um júri começou a escolher as mulheres mais lindas de uma cidade, de um estado, de um país e a miss mundo, miss universo. Atributos físicos eram o que decidia o título. No país, muitas misses, dentre elas Vera Fischer, miss Blumenau, Santa Catarina e Brasil. Marta Rocha, em 1954, foi a brasileira que não chegou a ser miss universo devido a duas polegadas.


  • E hoje esta ideia de miss está balançando com “mimimi” demais. Sob o signo da diversidade, muita discussão do politicamente correto, objetivação do corpo, exploração sexual, coisificar a mulher. Em nossa opinião, tudo se resume ao fator inveja da beleza feminina. É o ser humano chegando ao fim de muitos ciclos e, sem caminhos, começa a andar em roda, tateando algo para fomentar discussões e polemização. A Bíblia está correta. Há um tempo de construção e um tempo de desconstrução.


  • Agora é hora. Vem pro Italiano com Karla. Com um “Ciao a tutti” e um “caro saluto”, a professora de língua italiana Karla Ribeiro conclamou, durante a Semana de Língua Italiana no Mundo, urussanguenses e circunvizinhos a participarem de um curso de língua italiana. O custo? R$1,50 por dia. Portanto “soldi” não é problema.


  • O governo da inglesa Liz Truss não durou menos que uma folha de alface, afirmou o jornal Daily Star. “Virgi Maria”. É o que ocorre quando se troca os pés pelas mãos, e o destino é o tombo. Então, ponto para o alface.


  • O refrão: “Sítio, alegria quando se compra e alegria quando se vende” é um provérbio que se encaixa como uma luva para os amantes do “dolce far niente”, para aqueles que vivem com suas mentes e mãos ininterruptamente ocupadas com o facebook, com o celular, com o Zap. Quanto tempo de vida jogado fora. Como diria Cristo, “pai, perdoai porque eles não sabem o que fazem”. É vero, ou não é vero?


  • “Vinde a mim todos os buracos que eu os receberei”. É o que deve estar dizendo a Rodovia Genésio Mazon. Segundo o vereador Casagrande, as obras realizadas constituem uma vergonha e que tudo resultou numa espessura de 1cm de manto preto e os buracos começam a surgir. Como diria um amigo meu, “mas que barbaridade!”.


  • Quem saiu de Fortaleza/CE e retornou à cidade com novas ideias sobre cultura, turismo e áreas afins foi a diretora de Turismo Renata Savi Mondo, e o mestre das artes visuais, Henry Goulart. Só resta conferir pessoalmente se incorporaram o sotaque nordestino em suas falas. Uma mistura do sotaque nordestino com o talian.


  • Amici della Polenta imitando os políticos e entrando em recesso dois meses antes do final do ano. O encontro de encerramento das atividades polenteiras de 2022 ocorreu no sítio da Rosa Miotello, nos altos do Morro da Brasília. Sobre o cardápio, que tal arriscar um palpite? Você vai de “churrasco ou polenta”?


  • Cá entre nós e também entre eles: nunca se vendeu tanta bandeira do Brasil neste país. Nem mesmo nos tempos áureos das Copas do Mundo com a Seleção Brasileira de Futebol.


  • Diretoria de Meio Ambiente e alunos da Escola Lucas Bez Batti atuaram, nesta semana, no plantio de mudas na Serrinha, num trecho em que ocorreu um deslizamento recentemente em função de canais de drenagens inadequados. Para a professora Katiuscia Macedo, a ação com os alunos valoriza a consciência ambiental. Para a bióloga Kelly Minotto, a ação serve para tentar recompor o verde. Já o diretor Marcio Moreira afirmou que a DMA atuará em duas etapas: na recomposição da mata e, posteriormente, no plantio de flores às margens da rodovia. Tais ações foram anunciadas ainda na apresentação do projeto para a sociedade em 2020. Zé Bis afirmou e reafirmou que a Serrinha vai ser um cartão postal, e a comunidade torce para tal.


  • FRASES

  • “Um amigo meu que está na Alemanha disse que teria ido a Frankfurt. Grande coisa, eu todo dia aqui em Blumenau vou no Bandefurt”. Willi Wrust, o mais original “Fritz” do Vale do Itajaí.

  • “Temos hoje energia mais barata que a energia da Copercocal” – Vereador José Carlos José, o vereador “energia”.

  • Como diria aquela: “Doa aquém doê, por que assim vai sê”.

  • “Todos os vereadores apoiam e todos estão à disposição, porém o problema do escotismo continua sem solução”. Vereador Elson Roberto Ramos.

  • “Fui admitido no SAMAE em 2008, mediante concurso público e, agora, fui demitido. O céu é para os honestos e que Deus tem muito mais para dar do que o diabo para tirar”.Vereador Fabiano Murialdo De Bona.

  • “Dois projetos: levar o escotismo para as escolas e formar uma nova tropa envolvendo todos os escoteiros que passaram pelo 26º grupo de Escoteiros de Urussanga”. Carlos Silva, voluntário, presidente dos escoteiros da Benedetta, aos irmãos de lenço e a toda a sociedade. “Sempre Alerta e um forte aperto de canhota”.


ATTENTI RAGAZZI


Outubro rosa ou outubro cinzento?

Que o anunciado novembro azul, permaneça azul e não mude de cor. Está uma guerra para ver quem carrega mais instabilidade: se é a política, ou o clima, ou os dois.



Ela nasceu no Verde Vale do Itajaí. Nasceu em Blumenau, na capital cultural de Santa Catarina, no dia 14 de setembro. Stella Ísis Maestrelli é a primeira neta. Filha de Luís Vicente e da Tatiane. Stella tem origem no latim e significa “estrela”. Ísis é um nome de origem egípcia, cujo significado é “mulher do trono e deusa do amor maternal”. É a segunda Stella da família. A primeira no círculo familiar foi a bisnonna Stella Lavina. A Stella Ísis tornou-se a mais nova estrela para brilhar em nossas vidas. Antônio, seu irmão já com roupas de “Fritz” na Oktoberfest. Logo a Stella Isis vestirá seus trajes de “Frida”.



Registramos também de Cocal do Sul a Chloe, filha da Maira e do Joel. Maira é nossa querida afilhada. O nome “Chloe” está associado à mitologia grega, que representa a primavera como a “deusa da vegetação”, “aquela que está florescendo”.



Das já distantes décadas de 60-70, a compra ou a venda do primeiro fusca a gente não esquece. A nossa geração viveu bons momentos dentro de um fusca. Foram produzidos mais de 24 milhões de unidades em todo o mundo, numa história que teve início na Alemanha em 1934, com o engenheiro austríaco Ferdinand Porsche. Quem da nossa geração não comprou ou não vendeu um fusca 1330, 1300L, 1500, 1600? Quem de nossa geração não dirigiu ou aprendeu a dirigir num Jeep ou num fusca? Quem de nossa geração não esteve numa discoteca ao som de “Fuscão Preto”? Em Urussanga, muitos fuscas fizeram histórias, alguns no campo do humor. Num deles, a frase: “Não ria minha Senhora porque sua filha poderá entrar neste carro” e noutro: “Tá Pago”. Em ambos os casos, os proprietários são urussanguenses, grandes amigos nossos. Na imagem, o “Fusca Pomodoro” do amigo e companheiro de escola do Colégio Rainha do Mundo, Antônio Silvestrini com sua neta.



No cemitério municipal, as lápides celebrando a memória do Monsenhor Agenor Neves Marques e do Cônego Luiz Gilli. A Paróquia Nossa Senhora da Conceição está providenciando o registro do Pe. Luigi Marzano, que embora sepultado em solo italiano, merece o registro histórico. Ele foi o nosso 1º pároco, o nosso 1º comunicador.

É de sua autoria o livro “Colonos e Missionários Italianos nas Florestas do Brasil”, a certidão de nascimento de Urussanga.