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SÉRGIO MAESTRELLI

DELEGADO ULISSES GABRIEL


É preciso ouvir pessoas inteligentes. Com elas, a gente aprende muito.

Ao anunciar que abandonaria a política partidária em junho deste ano, o mesmo declarou que a mesma não era para o bem das pessoas, mas na maioria dos casos para satisfazer interesses pessoais. E eu acrescentaria: ou no máximo o interesse de grupos.

“Evidentemente temos que viver a política, pois é através dela que se garante a democracia e a liberdade. Saio da política partidária e vou militar na segurança pública nos municípios de Urussanga, Cocal do Sul e Morro da Fumaça, onde consigo fazer algo pela comunidade.”

Disse o delegado que é preciso investir em segurança e educação, pois sem segurança não temos presente e sem educação não temos futuro.

Nesta caminhada conjunta com o delegado Márcio Campos Neves, anda colocando ordem na casa, buscando ambientes de trabalho condizentes e mostrando resultados nas ações policiais.

Na semana passada, ele emitiu outra opinião clara, límpida e transparente com relação ao Governo Estadual: “O governador só quer ficar dando dinheiro para parlamentar fazer entrega de emenda. É 100 mil para uma escola, 200 mil para isso, 150 mil para aquilo e o dinheiro se pulveriza. E o deputado busca a sua reeleição com base nisso, fazendo os acordos com as comunidades. E automaticamente tendo base no parlamento estadual para aprovar o que quiser.

Numa visão de futuro, prejudicando investimentos grandes em áreas essenciais como saúde, educação e segurança”.

Assim como o delegado, muitos também são da opinião de que esse “samba político” deveria acabar e o Executivo repassar verbas diretamente às prefeituras.





A TORRE DE PISA


Nós aqui em Urussanga já tivemos a nossa. Estava no interior da Praça D’Itália, hoje está praticamente destruída e jogada ao relento no Parque Municipal, no denominado setor de “Materiais Inservíveis ou em vias de...”. Agora, Azambuja, o berço da imigração italiana no Sul Catarinense, terá a sua. Uma réplica da Torre de Pisa será construída na Praça de Azambuja. O Estado do Maranhão também tem a sua réplica da torre italiana e foi construída em 1995. A torre se localiza ao lado da paróquia, na praça do município de Montes Claros e foi construída pelo padre capuchinho Aristides Arioli visando a comemoração do centenário dos Padres Capuchinhos no estado maranhense. A italiana Torre Pendente di Pisa, a original, teve sua construção iniciada no ano de 1173 mediante projeto atribuído aos arquitetos Bonanno Pisano e Diotisalvi (e parece que Deus o salvou mesmo) como campanário da Catedral de Pisa, tendo o mármore branco das montanhas próximas como material predominante. Concebida na posição vertical, ela começou a inclinar-se para o sudoeste devido a uma fundação mal construída e solo mal consolidado. Tem 57 metros, 300 degraus e seu peso é estimado em 14.500 toneladas. Em sua torre foram instalados 7 sinos. Sua construção se prolongou por longos 177 anos. Teve sua construção paralizada por quase um século devido a guerras. Foi reiniciada por diversos arquitetos, dentre eles, Giovanni di Simoni, arquiteto do Camposanto e Andrea Pisano. Do alto da torre, o cientista italiano Galileu Galilei efetuou pesquisas científicas com a queda de corpos envolvendo massa e velocidade. Durante a II Guerra Mundial, a torre serviu de posto de observação das forças nazistas. O time de futebol local utiliza a torre como emblema. É bem tombado como patrimônio mundial pela Unesco desde 1987. A Torre de Pisa não constitui um ícone, um monumento ou um símbolo do Norte Italiano, local de origem de nossos imigrantes, mas de acordo com a secretária de Turismo de Pedras Grandes, Karine Fraccaroli, ela foi escolhida mediante consenso com população e autoridades e a ideia era de algo que representasse a Itália de um modo geral e não apenas de uma região específica. A deputada Jeovania de Sá se comprometeu na busca dos recursos para tal empreendimento.


“BRASILEIRO TÃO BONZINHO”


A francesa Jacqueline Myrna, atriz de “A República das Calcinhas”, foi sucesso na Record num quadro da Praça da Alegria com o bordão “brasileiro tão bonzinho”. Ficou conhecida pelo seu “Arrarraquarra’. Posteriormente na “Praça é Nossa”, surgiu a artista e modelo americana Kate Lyra, nascida no Arizona, que fez carreira no Brasil utilizando o mesmo bordão que aliava ingenuidade da mulher francesa ou americana com a esperteza do homem brasileiro. Sucesso relâmpago no banco da praça nos anos 70. Passados 50 anos, parece que o bordão “Brasileiro tão bonzinho” continua. E enquanto ele vigorar, nada irá mudar nesse país. Quando o povo deixar de ser ovelha e se transformar em lobo e colocar a maioria nos políticos nas quatro linhas, no cercadinho que lhes cabe, a coisa vai mudar.


PÍLULAS


Rosamaria Montibeller foi a jogadora de voleibol do Brasil que colocou o “Tokyo 2020” aos pés de Nova Trento, a terra da Madre e Santa Paulina. A dona da camisa amarela 7 celebrou afirmando: “Nós não perdemos o ouro. Conquistamos a prata”.

“Catequistas não são apenas aqueles que têm turmas de catequese. Catequistas somos todos nós. E a oração com fé abre portas”. Padre Daniel Pagani em sua homilia no Dia do Padre, na Igreja São João Maria Vianney.

Nestes tempos de turbulência, de bastidores, de entrelinhas, a Rede de Intrigas supera a ficção em muitos quilômetros se compararmos com o filme “Rede de Intrigas” do já longínquo ano de 1976. O filme critica de forma satírica os bastidores, fazendo um paralelo do que é e do que deveria ser. O filme já tem a idade de 45 anos, mas deve ser visto. Continua atual para os dias que estamos vivendo e vivenciando.

Uma boa conversa na semana passada com Gilberto Fréccia e sua esposa Marly. Recordamos os bons tempos em que ele era jogador do UFC/Juventus e depois atuando na defesa do E.C. Comerciário. Relembrei inclusive o seu primeiro jogo aqui em Urussanga com a camisa do Comerciário contra o time aqui da terra transmitido pelo Bigode. O comentário era: Bem que o Gilberto poderia afrouxar um pouco na defesa do Comerciário. Já com a Marli, recordamos também bons tempos dela como funcionária administrativa da Acaresc. Gilberto e Marli não é a dupla Volkswagen, nem a Ford, nem a Fiat. É a dupla “GM” de Urussanga.

O limoncello é um licor de limão produzido originalmente no Sul da Itália, especialmente na região do Golfo de Nápoles, na Costa Amalfitana e nas Ilhas de Ischia e Capri, além da Sardenha. Agora em SC podemos degustar o mesmo limoncello italiano com o Limoncello di Blumenau- Ristorante Funiculi-Funiculà. Concorrência ao chope alemão.

“Para o triunfo do mal basta que os bons não façam nada”. Patrícia Acioli, juíza assassinada por policiais militares, há dez anos e cujo processo ainda não chegou ao fim. Um dos envolvidos, preso, continua recebendo a bagatela de 40 mil mensais. Quer nos parecer que a política e a justiça perderam a noção do que significa o tempo. Justiça tardia é injustiça.

A Festa da Colônia Azambuja, ocorrida de forma virtual, condição esta imposta de modo unilateral pelo Coronavírus, sinalizou mais de 200 mil visualizações. Devido a este número, a secretária de turismo de Pedras Grandes, Karine Fraccaroli, era só sorriso .

O vice-presidente Hamilton Mourão não foi convidado para o desfile de blindados na Esplanada dos Ministérios, mas se fosse… não iria. Pelo menos essa é a avaliação de interlocutores do general. Essa é boa.

Pegou fogo na Cinemateca em São Paulo. Mais um desleixo cultural.

Se no Brasil já pegou fogo até no Museu do Amanhã, imagine você então se não iria pegar fogo nos museus do “passado”.

Sem uma cultura forte, não haverá povo com identidade forte.

Estará sempre a reboque de culturas estrangeiras.

O canto cura as feridas da alma. Por isso, se houver problemas, cante alto ou cante baixinho.



ATTENTI RAGAZZI


O bom humor faz girar melhor as engrenagens da vida e afasta as doenças. No Brasil, temos uma réplica da Torre de Pisa no Maranhão. Tivemos uma em Urussanga, hoje não mais inclinada e sim tombada e vamos ter outra em Azambuja. Dizem que estamos vivendo mais tempos de Torre de Babel do que de Torre de Pisa, infelizmente.


Na Praia da Esplanada, no Sítio ou na Rua Américo Cadorin, Dário Alves Baptista no “lavoro” e sempre com o Brasil na cabeça.

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