SÉRGIO MAESTRELLI

LIONS CLUBE, ANO 60


O Lions Clube de Urussanga completa, no dia 01 de junho, 60 anos de bons serviços prestados à comunidade urussanguense. A todos os leões e domadoras do presente e do passado a nossa homenagem. Nas imagens, os primeiros documentos do clube, bem como a relação dos sócios fundadores. Em nosso meio, dos sócios fundadores apenas os sócios Bruno Hilbert e a domadora Zelma, Ary Silva e a domadora Enair ( a Noca), e o casal Waldemar de Souza e a domadora Zedy, residindo atualmente em Florianópolis.





O LIONS CLUBE NO ROTARY



Sentaram nas poltronas das palestras do Rotary Club de Urussanga, a convite da presidente Juliana Turazi, o presidente do Lions Clube de Urussanga, Juarez Leal Lunardi, sua esposa Hermínia Maria Bertan e o casal Zelma Mariot e Bruno Hilbert.

Em pauta, foram apresentadas as ações, a história e a trajetória deste clube de serviço em nossa cidade. Fundação da Apae e do Lar do Idoso (Casa da Cidadania) , Recuperação de Nascentes, Diabetes, Prevenção da Dengue, Castração de Cães, Hospital dos Olhos, Apoio à Casa Guido, atividades na área cultural e educacional foram algumas das ações efetuadas pelo clube. E desta vez tudo não terminou em pizza, mas com polenta e galinha do Paúra e Equipe.

Ah! e também vinho tinto, branco e rosé.


PÍLULAS
  • Urussanga começou a viver ontem um período de intensa manifestação cultural que se prolongará até o dia 29 de maio com as comemorações do 30º aniversário do Gemellaggio. Além de publicação de livro, recital de corais, sessão solene, celebrações religiosas, abraços entre pessoas na Praça Longarone, teremos documentários, vídeos, filmes, espaço memória e exposição de fotografias. Concordamos com Juventino Dal Bó, que afirmou que as pessoas que não conheceram o cinema e a fotografia, morreram duas vezes. Felizes somos nós que conhecemos estas duas invenções do gênio humano que perpetuam fortes sentimentos e emoções. Então, estamos tendo o privilégio de duas vezes.

  • Estava intrigado com alguns erros na digitação de palavras em nossa coluna. Informática é um ponto fraco nosso, mas descobrimos a origem de alguns erros. A correção automática. É que o computador se acha mais inteligente que o digitador. Ele mesmo altera algumas palavras. Ao pensar que ele irá corrigir, erra. Um exemplo: Na semana passada, digitamos “doenças venéreas” e ele corrigiu para “doenças veneras”.

  • “No programa de rádio “Minuto do Governo” tivemos o desprazer de ouvir do próprio Governador que a Rodovia 445 Genésio Mazon está com atraso devido às “condições climáticas. E que o projeto de Restauração da Estrada do Rio Carvão, a denominada SC 440 está sendo analisado. E citou o projeto de restauração. Que restauração se ainda nada foi feito? Alô, assessoria! Assessoramento falho ou inexistente, evidentemente. Depois dessa do projeto de restauração, só nos resta ir a um restaurante para restaurar as energias com polenta com galinha, ou galinha com polenta. Como se vê, desta novela, que está completando um ano, não há nada de novo debaixo do sol, da chuva ou do tempo nublado. Por enquanto, apenas se alternam ventos contrários com uma brisa que não resolve nada. Se as condições climáticas estão atrapalhando a Genésio Mazon, então deduzimos que o que está atrapalhando o asfalto para o Rio Carvão é o aquecimento global.

  • As verbas secretas destinadas pelo Governo a apenas 34 dos 81 senadores superam o orçamento de seis ministérios: Relações Exteriores, Meio Ambiente, Turismo, Controladoria-Geral da União, Advocacia-Geral da União e Mulher, Família e Direitos Humanos. É a total falta de transparência na nossa denominada democracia, e elas viraram moeda de troca entre governo e parlamentares. Não deixa de ser uma versão aprimorada do Mensalão e do Petrolão.

  • Rua Paulo Aires Zanellato: Sem os devidos conhecimentos da área ambiental mexeram num vespeiro. E sem os devidos equipamentos de proteção, o resultado não podia ser outro: as abelhas picaram bastante. Um exemplo visível do que “não pode ser feito”. À “jusante”, barreiras sobre as calçadas, com as encostas escorregando em casca de banana. À “montante”, a base das calçadas lembram aquelas construídas na Avenida Marcos Costa. Em questão de semanas elas vão descer a ladeira, se toda aquela área não receber o devido tratamento com pedras e compactação.

  • Por esses dias nos indagaram sobre o que é esse “concreto broa”, que às vezes mencionamos. Então, lá vai o esclarecimento. Concreto-broa é aquele utilizado na maioria das obras públicas, obedecendo a fórmula caseira: 2 baldes de areia, 2 litros de água e uma colher de cimento. Essa é a fórmula. Tem um tom esbranquiçado e não lembra a cor acinzentada do “cimento nostrum”. Está pronto para ser usado o concreto- broa, aquele que se desmancha. Basta um pneu de fusca encostar que ele treme . Se for um caminhão baú, ele se arrepia. Se for um bitrem, ele se esfarela.

  • O governador Rodrigo Garcia (PSDB) anunciou, recentemente, um pacote com medidas visando à segurança do cidadão paulistano. Disse ele: “Aqui em São Paulo, o bandido que levantar a arma para polícia vai levar bala da polícia, porque é isso que a sociedade tá esperando”. Neste país, a lei proporciona todos os direitos e regalias aos bandidos e praticamente nada às vítimas. Como diria o jornalista Sérgio Costa “a boca não é boa”. E não deve ser boa é para a bandidagem, não para o homem de bem.

  • Enquanto a bandeira mundial do Rotary Club é a erradicação da poliomielite, a bandeira do Lions Clube é o Hospital dos Olhos. O Lions Club é o paladino dos cegos. Ambas são bandeiras nobres e ambos os clubes fundados nos Estados Unidos. Um abraço aos amigos Bruno e Zelma, passando dos 90 e em total atividade. Que poços de energia positiva.

  • “Quem crê em mim, crê naquele que me enviou. Aquele que nos conduz às verdadeiras fontes das águas puras, cristalinas. Aquele que nos conduz às verdejantes pastagens. E quem crê em mim não vai permanecer nas trevas e sim chegar à luz.” Padre Daniel Pagani, na celebração religiosa de número 142 do “11 de Maio”, na localidade de Rio Carvão, relembrando a epidemia que aterrorizou os nossos imigrantes logo na chegada.

  • Sessão na Câmara de Vereadores da cidade de Luiz Eduardo Magalhães (BA) foi marcada por confusão, ‘ovadas’ e protestos entre políticos e a população que lotou o espaço. Durante a votação de uma pauta, houve muitas manifestações e gritos por parte dos presentes. Um grupo que acompanhava a votação passou a arremessar ovos nos vereadores. A Polícia Militar foi chamada para serenar as animosidades. Esta moda, em municípios de colonização italiana, é difícil de pegar por dois motivos: primeiro, o preço da dúzia de ovos, que mesmo em promoção, está em alta e, em segundo, a característica do italiano que é mão fechada, tanto a esquerda quanto a direita. E, em virtude do seu o preço, a “tomatada” também está totalmente descartada.

  • Como diria o Teixeirinha (o nosso e não o gaúcho): “para os contrários, também vai o meu abraço”. Ou como diria o Willy, alemão autêntico, “se não é isso aí, é isso aqui e aqui só se toca música de alemão prá cima”.

  • Urussanga completa, no próximo dia 26 de Maio, 144 anos de fundação. Esperamos que o tradicional bolo não seja apenas o único presente para a população. Que sejam anunciadas obras de vulto, como o asfalto para Rio Carvão pelo Governo Moisés, que até agora, em termos de Urussanga, está em “ponto morto”, salvo melhor juízo. Se essa data passar em branco, que os nossos deputados evitem passar pela Benedetta a tiracolo de nossos vereadores para visitas de cortesia e amizade. E que a ACRIC não participe mais de nenhuma reunião protelatória, a não ser o anúncio de um fato concreto. E fato concreto não é projeto aprovado, abertura de licitação, cujo prazo se perderá no túnel do tempo. Fato concreto para a comunidade é máquina roncando na estrada do Rio Carvão e Santana. Rio Carvão e Santana querem o manto preto que satisfaz, e não mais conversas que nos levam ao “nada faz’, ao “parece que faz”.

  • Família residente na rodovia Genésio Mazon efetuou uma boa ação. Plantou uma muda de bananeira no buraco do asfalto. Segundo especialistas consultados da área “bananística”, um pé de banana leva de 11 a 13 meses, de 15 a 18 meses, ou mesmo de 21 a 24 meses, dependendo da qualidade da muda, solo, adubação, clima, tratos culturais para dar fruto. Será que vamos ter banana madura antes da revitalização da Genésio Mazon? Você conhece a expressão bananeira que já deu cacho? Dizem que o ditado “Bananeira que já deu cacho” é de origem portuguesa. Colhido o cacho, o pé passa a ser um estorvo. É preciso cortá-lo e dar espaço para que outras mudas da touceira continuem crescendo, visando produzir um novo cacho. Bananeira que já deu cacho também se deve aplicar a alguns políticos e administradores públicos formados na arte de protelar, ganhar tempo, empurrar com a barriga um problema comunitário. Então, assim como o pé de banana que já deu cacho, eles também precisam ser removidos para dar lugar a outros. Capische?! Pé da banana ou pé de bananeira na Rodovia Genésio Mazon. Quando todos os caminhos foram trilhados e nada foi resolvido, só o resta o caminho da ironia. Defendo a muda no asfalto e quem a plantou. E se deve plantar quantas vezes for necessário. Vergonha não é esta ação é a embromação das autoridades.



ATTENTI RAGAZZI


- “E dá-lhe, dá- lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, dá...”. A política urussanguense se parece com o refrão daquela música gauchesca e também com o “nhecovari nhecofum” do Gaúcho da Fronteira. É um “dá-lhe aqui e dá-lhe lá” que não termina mais.

“Tá na hora de se levantar a poeira no taco da bota”, utilizando uma expressão dos pampas, e “Prá frente Urussanga” com a discussão de grandes projetos e ideias inovadoras.