Região fecha o ano com mais de 8,1 mil empregos adicionados

Criciúma lidera ranking de empregos com carteira assinada

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O Ministério do Trabalho e Previdência divulgou na segunda-feira 31/01, os dados referentes ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) de 2021. Na soma, os 12 municípios da Região Carbonífera fecharam o ano com 8.125 empregos formais adicionados, o que representa aumento de 203,51% em comparação às 2.677 novas vagas acumuladas em 2020, considerando os ajustes e revisões realizadas pelo ministério.

O desempenho também é melhor do que o registrado em 2019, ano pré-pandemia, quando foram abertas 5.337 novas vagas. “Houve um decréscimo em 2020, em razão do coronavírus e seus impactos à economia, mas a reação veio ainda no segundo semestre de 2020 e se intensificou em 2021. A Rede de Talentos da Acic também mostra que o mercado de trabalho formal segue aquecido em Criciúma e região”, observa o presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), Valcir José Zanette.

Tendo como propósito oferecer um ambiente de conexão, aproximação e oportunidades para empresas e profissionais, a Rede de Talentos disponibilizada pela Acic contabilizou 24.818 vagas oferecidas durante o ano passado, média de 2.068 por mês. De janeiro a dezembro, foram 16.943 currículos cadastrados, resultando em média mensal de 1.412.

Maior município da região, Criciúma liderou a geração de empregos com carteira assinada em 2021, acrescentando 4. 633 vagas no período. O segundo melhor desempenho se manteve com Içara, que acumulou 1.739 novos postos de trabalho formal ao logo do ano. Outros nove municípios também registraram saldo positivo: Morro da Fumaça, 379; Forquilhinha, 332; Cocal do Sul, 329; Urussanga, 296; Orleans, 241; Nova Veneza, 219; Balneário Rincão, 184; Lauro Müller, 114; e Treviso, 91. Em Siderópolis, houve 432 demissões a mais que contratações no período.

Entre os setores, veio da indústria o maior saldo, com o acréscimo de 3.784 novas vagas na soma dos 12 municípios. A seguir, aparecem o setor de serviços, com 3.455, e o comércio, com 1.630 empregos formais adicionados no período.