PÁGINA TRÊS

PARA PENSAR


A foto com as árvores floridas na rua Angélica Collodel Bettiol, no centro de Urussanga, foi feita em setembro de 2013.

Apenas sete anos após, a foto foi feita no mesmo local. As mudanças são grandes, se para melhor ou pior , fica a critério de cada consciência.

Um detalhe: mesmo sem raízes, as calçadas continuam quebradas, e em setembro estarão sem pétalas das flores e sem árvores a oferecer sombra aos veículos.



FATO DA SEMANA


Na sexta-feira passada, a Polícia Militar apreendeu mais de 10 kg de maconha em Chapecó. A droga estava escondida em um pneu de automóvel, que estava montado, com aro, e teria sido “abandonado” nas proximidades de uma casa. O fato aconteceu na Rua Clovis Locatelli, bairro Presidente Médici.

Tudo começou quando a PM foi informada por populares que alguém havia deixado um pneu de carro, com aro, próximo a uma residência. Inicialmente havia a suspeita de que seria produto de furto, mas ao olhar mais de perto, perceberam que estava furado e exalava um cheiro forte de maconha.

Assim, uma guarnição da PM foi ao local e verificou que no interior do pneu realmente havia maconha escondida.

Com isso, a carga foi recolhida e entregue na Central de Plantão Policial (CPP) de Chapecó, para os procedimentos legais cabíveis. Ninguém foi preso.


Sem lei

Para quem pensa que não há lei no mundo virtual, é bom tomar cuidado. Se há “especialistas” em anonimatos e fakes, também há gente qualificada para encontrar fantasmas entre gigas e terabytes.


Sem Lei II

Por falar em mundo virtual, parece já ter sido dada a largada para as “verdades” eleitoreiras.

O problema é que a verdade sempre tem mais de um lado e pode, com todo o seu poder, dar início ao Ragnarok no melhor estilo Benedetta.


E por falar

Em Ragnarok , já há muita gente apavorada com o fim do mundo anunciado nas profecias bíblicas.

Falta de chuva, terremoto, tempestade de areia, pandemia de coronavírus,geleira derretendo e praga de gafanhotos estão colocando em polvorosa os primogênitos que, se obedecida a ordem das pragas do Egito, serão as próximas vítimas logo após a escuridão total.


Na Justiça

Familiares do criciumense Flávio de Luca, de 65 anos, que faleceu vítima de Covid-19, botaram a boca no trombone e acusam o Hospital São Donato de Içara de não ter providenciado um bloqueador neuromuscular, o que, segundo eles, teria ocasionado a morte.

A família, depois de várias negativas em hospitais, conseguiu a medicação cedida pelo Hospital Materno Infantil Santa Catarina, de Criciúma. Flávio voltou a ser medicado e a família se preparava para fazer a transferência, mas ele não resistiu e morreu à noite, no dia 17 de junho.

O Hospital São Donato confirmou que houve a interrupção do medicamento do paciente, porém, foi feita por conta do longo tempo de uso.

O Hospital também informou que notificou de forma oficial, já na quinta-feira 18/06, às autoridades sobre o baixo nível de bloqueador neuromuscular.

Disse também que o estoque do hospital é suficiente para um único dia de ventilação mecânica em terapia intensiva para Covid-19 e, por isso, o comunicado foi encaminhado para a regulação estadual e também ao conhecimento do Ministério Público.

Certamente, mais uma ação que será encaminhada à Justiça e que, infelizmente, não trará essa vida de volta.