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MAURO PAES CORREA

Jovens bancarizados


O hábito dos pais ou avós em abrir uma conta poupança e/ou corrente, pensando no futuro dos jovens, não é novidade. A grande novidade é que agora em muitos bancos, sejam os tradicionais ou fintechs, é possível pais e filhos (com idade de 14 à 17 anos), abrirem a conta direto pelo smartphone ou computador.

A facilidade, nomeada em algumas instituições como conta jovem ou júnior, é mais uma forma de bancarizar o jovem. Muitas das instituições fazem a abertura de forma descomplicada e trazem alguns incentivos, como o controle por parte dos pais quanto às transações de uso do cartão de débito e PIX, por exemplo. São medidas que além de permitir o bom uso do dinheiro, evita o transporte de dinheiro físico.

Para os bancos, o investimento é baixo, uma vez que usa a mesma estrutura das contas do sistema, apenas com limitações de operações e após os 18 anos, é possível liberar todos os recursos.

Lembrando que os jovens dentro do ambiente bancário, ganham o que chamamos de tempo relacionamento bancário. Este indicador, é uma das métricas que permitem a tomada de decisão para a liberação de crédito ou qualquer operação contratual com os bancos. Aqueles jovens que tem suas contas abertas antes da tecnologia pelos pais, neste quesito saem na frente. É uma ótima notícia o uso dos serviços bancários por parte da juventude, mas é preciso responsabilidade.

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