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  • Foto do escritorJORNAL PANORAMA SC

MAURO PAES CORREA

Os eletrônicos não são eternos


Parece uma paródia ao filme estrelado por 007 – Os diamantes são eternos, mas acredite: não é e precisamos saber o que fazer com eles. Em uma cultura de consumismo sem preocupações com o meio ambiente, estamos aos poucos destruindo a natureza de várias formas.

O que fazer agora e no futuro? Ações que já são realizadas pelas entidades privadas, como CDLs e associações comerciais, são um belo exemplo, da mesma forma as efetuadas pelo Poder Público, via Diretorias de Meio Ambiente ou Fundações Ambientais, buscando recolher de forma responsável eletroeletrônicos.

Não importa quem ou como se faz as ações, é preciso que todos nós tenhamos a responsabilidade quanto ao descarte de equipamentos e principalmente, dar sobrevida à eles. No atual momento, onde os componentes eletrônicos estão com preços elevados, é tentador consertar a TV, ao invés de comprar outra ou reutilizar aquele computador antigo, parado há um certo tempo e que ainda funciona, como forma de alfabetizar ou incluir filhos, sobrinhos e outros no mundo do computador.

Entre o descarte e o reaproveitamento, há o custo benefício. Muitas vezes, o equipamento quebra e o reparo é de baixo valor e equipamentos que possuem mais de dez anos, a depender da situação, é possível encontrar peças de reposição baratas (usadas, é claro), obtidas do desmonte de outros equipamentos que antes iriam inteiramente para o lixo.

Em muitas empresas e no poder público, é a necessidade de economizar que ajuda a preservar a natureza. Computadores e equipamentos são reparados até o último suspiro de sua vida útil. Peças daqui e dali, fazem o milagre do famoso “dois quebrados, um funcionando”, que atinge todas as áreas. Até mesmo a aviação. Quem diria!?

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