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  • Foto do escritorJORNAL PANORAMA SC

Julho inicia com aumento na tarifa de energia elétrica


Os urussanguenses que estavam muito felizes com a diminuição de valor na conta de energia elétrica, já podem pensar em economia de novo. E isso não tem nada a ver com a EFLUL ou Coopercocal, que são as responsáveis por distribuir energia elétrica no município.

O aumento virá por conta da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que, esta semana, informou a mudança de bandeira tarifária e o acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kW/h consumidos no mês de julho. A cobrança adicional vai ocorrer por causa do acionamento da bandeira tarifária amarela.

Segundo a agência, a previsão de chuva abaixo da média e a expectativa de aumento do consumo de energia justificam a tarifa extra.

A previsão de escassez de chuvas e as temperaturas mais altas no país aumentam os custos de operação do sistema de geração de energia das hidrelétricas. Dessa forma, é necessário acionar as usinas termelétricas, que possuem custo maior.

Além disso, o consumo de eletricidade do país aumentou 7,3% no primeiro trimestre de 2024 na comparação com o mesmo período do ano passado. O maior índice de aumento, 12,3%, foi na classe residencial. As classes comercial e industrial também tiveram expansão relevante, de 8,4% e 3,8%, respectivamente. Os dados constam do Boletim Trimestral de Consumo de Eletricidade da Empresa de Pesquisa Energética. De janeiro a março deste ano, o consumo de energia elétrica da classe comercial atingiu o maior valor trimestral desde o início da série histórica da EPE em 2004: 26.942 Gwh e superou o recorde registrado no último trimestre do ano passado. E, então, seguindo o raciocínio lógico, duas frentes são reveladas. A 1ª é que quando a oferta é menor que a demanda, o preço é maior. A 2ª é a certificação que não houve investimento necessário da União para garantir a eficácia na produção e a autossuficiência de energia elétrica.

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