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  • Foto do escritorJORNAL PANORAMA SC

Fabiano critica demora do Executivo em resolver problemas


O vereador Fabiano De Bona criticou o Executivo pelo muro caído na escola Lydio De Brida, no Nova Itália, e um outro no bairro Brasília. “Tem uma dona de casa que não consegue estender a roupa pq muro tá caído em cima”, citou. O comentário veio em contraposição à fala do vereador Beto Jacintho (PP), que relatou ter recebido atenção do Executivo após apontar que havia necessidade de reforma na creche do Rio América.


De Bona apontou a necessidade do início dos trabalhos da Comissão de Acompanhamento e Fiscalização de Obras Públicas, criada recentemente pelo Legislativo, para coibir obras de má qualidade em Urussanga.


O vereador criticou um fato ocorrido na escola do Nova Itália, onde uma criança pegou um grampo de cabelo e colocou na tomada, ocasionando um curto-circuito. “Eu garanto que, se fosse uma escola cívico-militar, isso não teria acontecido. Falta ordem e disciplina”, afirmou.


O parlamentar exibiu vídeo em que o um veículo de transporte da APAE tendo que subir um desnível na lateral de uma estrada municipal. “Ali tem uma drenagem que, por incrível que pareça, a patrola cobriu. A água vai passar por onde? Até um burro com os olhos tapados vai ver que a água vai cavar um buraco na estrada”, ironizou.


De Bona ainda exibiu imagens da Rodovia dos Mineiros, onde há bocas de lobo sem cobertura. “Tem que ter respeito. Vamos arregaçar as mangas e fazer alguma coisa pela comunidade dos mineiros. Boca de lobo na frente da escola que está comemorando aniversário o ano inteiro. E se uma criança cai aí dentro? Prefeito, vamos parar de contar mentiras e vamos trabalhar”, cobrou.


De Bona fez referência a um comentário anterior do vereador Zé Bis (PP), sobre transformar o 10 de setembro no Dia Nacional do Mineiro de Subsolo. “Se não pararmos de falar dos mortos de antigamente e trabalharmos mais pelos vivos, daqui a pouco vamos falar dos mortos que vão cair dentro da boca de lobo”, alertou.


O vereador assegurou que, durante o mandato dele, continuará cobrando do Executivo. “Tiraram meu emprego, tiraram meu partido, mas esta cadeira aqui é do povo”, finalizou.

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