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  • Foto do escritorJORNAL PANORAMA SC

Criciúma - pesquisa da CDL aponta que criciumense prefere comprar em loja física


A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Criciúma apresentou, na manhã dessa quinta-feira, 27 de julho, o resultado da pesquisa realizada para identificar os hábitos de consumo do criciumense. O levantamento foi realizado pelo Instituto IPC, com o objetivo de esclarecer alguns questionamentos dos lojistas, principalmente neste pós-pandemia. Entre os números apresentados, destaque para a preferência de 74,5% das pessoas pelas compras em lojas físicas, e a avaliação boa ou ótima de 82,3% da população sobre o atendimento nos estabelecimentos criciumenses.

O economista e diretor do IPC, Renato Rampinelli, conta que 53% do público consumidor de Criciúma (acima de 16 anos) é feminino, contra 47% masculino. Do total, cerca de 65% dos consumidores são economicamente ativos, ou seja, estão trabalhando; enquanto o restante é economicamente inativo (donas de casa, aposentados, pensionistas, desempregados). “A pesquisa é científica e tem margem de erro de 4 pontos para mais ou para menos. Muitos insights podem ser obtidos a partir dela, mas em resumo, conseguimos identificar que a cultura de comprar em loja física ainda é muito forte na cidade, que as pessoas estão satisfeitas com a variedade de produtos oferecidos, que a compra se horizontalizou para os bairros, e que abrir nos sábados à tarde é fundamental”, pontua.

Alguns pontos que precisam ser observados para melhorar a experiência no comércio também foram apontados pela população. Os principais dizem respeito à infraestrutura, como estacionamento, transporte público e segurança. A vice-presidente da CDL, Andrea Gazzola Salvalaggio, aproveitou a oportunidade para dizer que essas melhorias já estão sendo pleiteadas junto aos órgãos competentes. “Mas agora com a pesquisa em mãos, temos números para mostrar e evidenciar a importância de rever tais pontos”.

Ainda de acordo com Andrea, este é o primeiro levantamento neste formato, mas com certeza não será o último. “É o marco zero, o balizador para os próximos. Com este acompanhamento, conseguiremos entender, de fato, como o nosso comércio vem se adaptando às mudanças”, diz ela, ao complementar: “com estes dados, conseguiremos, ainda, orientar e criar serviços e produtos ainda mais assertivos ao nosso associado”.


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